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	<title>Credicoob &#187; consumidor</title>
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		<title>Novo consumidor: mais informado, mais exigente, mais consciente.</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2014 15:54:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A cultura do consumo está em seu auge no Brasil, ao menos em grandes centros comerciais e econômicos. Em serviços, por exemplo, o estado de São Paulo é responsável por quase 50% de contribuição, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nessa conta entram empresas como restaurantes, bares, hotéis, redes varejistas e diversos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cultura do consumo está em seu auge no Brasil, ao menos em grandes centros comerciais e econômicos. Em serviços, por exemplo, o estado de São Paulo é responsável por quase 50% de contribuição, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Nessa conta entram empresas como restaurantes, bares, hotéis, redes varejistas e diversos outros segmentos, que angariam clientes cada vez mais assíduos – e exigentes quanto a atenção dispensada aos pequenos detalhes. Veja dicas de como atender consumidores nesse perfil:</p>
<p><strong>Ouça a voz de seu cliente</strong></p>
<p>As ferramentas e técnicas de avaliação são tão importantes quanto a habilidade de reinvenção e adaptação ao mercado. O serviço de cliente oculto, por exemplo, depois de se estabelecer nos Estados Unidos e na Europa, cresce no Brasil com o conceito de considerar a experiência detalhada do consumidor a partir de avaliações contratadas pelas empresas.</p>
<p>Nesta análise, o que importa é a dúvida que surge no momento da aquisição de um produto ou durante a experiência de consumo e como o estabelecimento resolve a questão.</p>
<p><strong>Boas experiências fidelizam o público</strong></p>
<p>Não é necessário mudar o serviço prestado, mas sim a forma com que esse serviço é apresentado e disponibilizado para as pessoas que se interessam por ele. Tornar seu empreendimento atrativo não se trata apenas de aplicar todos os esforços em ambiente e marketing.</p>
<p>O mercado já ensinou que a melhor propaganda é um trabalho bem feito, sem erros nem exageros. O principal é focar em um público definido e estudá-lo, para então aplicar estratégias que funcionem.</p>
<p><strong>Novo consumidor</strong></p>
<p>O IBGE aponta que entre 2003 e 2013 a renda média do brasileiro cresceu quase 30%, o que explica as conquistas em bens de consumo, serviços e qualidade de vida da nova classe média.O aumento do poder de compra proporcionou que este cidadão se tornasse responsável pela movimentação financeira do país.</p>
<p>A classe média, portanto, agora pode comprar televisores, geladeiras, assinar pacotes de internet banda larga e TV a cabo e, claro, utilizar o tempo livre para atividades de lazer e de consumo antes vinculadas a setores mais abastados da sociedade. A elevação das expectativas desse público pede atenção e adequação.</p>
<p>Artigo escrito por José Worcman, Sócio-Diretor da OnYou e presidente da MSPA-LA divisão latina americana da Mystery Shopping ProvidersAssociation mundial.</p>
<p>Fonte: http://exame.abril.com.br/</p>
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		<title>Lojas têm sete meses para detalhar impostos na nota fiscal</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jun 2014 14:05:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Medida provisória estende prazo para empresas se adaptarem à lei que exige divulgação do valor de tributos embutidos nos preços. Você provavelmente já deve ter ouvido falar que a quantidade de impostos embutidos nos preços das mercadorias é enorme no Brasil, mas até hoje era difícil para o consumidor comum saber direito quanto paga de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Medida provisória estende prazo para empresas se adaptarem à lei que exige divulgação do valor de tributos embutidos nos preços.</p>
<p>Você provavelmente já deve ter ouvido falar que a quantidade de impostos embutidos nos preços das mercadorias é enorme no Brasil, mas até hoje era difícil para o consumidor comum saber direito quanto paga de tributo ao adquirir um bem ou serviço. A partir de janeiro de 2015, no entanto, todo estabelecimento ou profissional que vende produtos ou serviços para o consumidor final vai ter que apresentar na nota fiscal qual é o valor aproximado do imposto embutido no preço da mercadoria.<br />
Na verdade, essa obrigação já existe desde junho de 2013, quando entrou em vigor a Lei 12.741, batizada de Lei De Olho no Imposto, mas como as empresas pediram um tempo para se adaptarem à nova exigência, durante um ano o governo não aplicou multas a quem não cumprisse a obrigação. Esta situação deveria mudar no dia 09 de junho de 2014, mas a Medida Provisória 649, publicada na última sexta-feira, 06 de junho, estendeu por mais sete meses o período de isenção de multas. Assim, os empreendedores brasileiros têm até o dia 31 de dezembro para se adaptarem à lei.<br />
Para ajudar os empresários a cumprirem essa nova obrigação, o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) criou uma ferramenta chamada IBPTax, que calcula automaticamente o valor aproximado dos tributos embutidos no preço de mercadorias e serviços negociados no país e registra essa informação na nota fiscal.<br />
“O IBPTax é uma planilha que pode ser adaptada ao emissor do documento fiscal do comerciante ou do prestador de serviços. É uma compilação de todos os códigos de mercadorias e serviços em uso no Brasil com a respectiva carga tributária para o consumidor final. Quando o comerciante ou prestador de serviço emitir uma nota fiscal, o sistema vai ler o código da mercadoria que ele está vendendo e vai registrar o valor aproximado dos tributos em um espaço específico do documento fiscal”, explica João Eloi Olenike, presidente executivo do IBPT.</p>
<p>O IBPTax pode ser baixado gratuitamente no site Deolhonoimposto.ibpt.org.br e funciona como uma espécie de plug-in que pode ser incorporado ao software de emissão de nota fiscal da empresa, desde que não haja nenhuma trava no sistema que impeça isso, esclarece o presidente executivo do IBPT. Ele informa ainda que no próprio site pode ser baixado um manual que explica detalhadamente ao empresário o que ele precisa fazer para instalar e utilizar o sistema.</p>
<p><strong>Despreparo</strong></p>
<p>Apesar de todos os esforços para ajudar os empresários a se adaptarem à Lei De Olho no Imposto, Olenike reconhece que os empreendedores brasileiros, em boa medida, ainda não estão preparados para cumprirem a nova obrigação. “Apenas 20% do total de empresas brasileiras que precisariam mostrar os tributos na nota baixaram a planilha”, diz ele.<br />
A situação é particularmente complicada nos estabelecimentos que ainda não trabalham com sistemas informatizados de emissão de nota fiscal. “Falta informação. Tem muita gente que não sabe dessa lei. Quando a gente fala de comércio, tem desde grandes lojas em shopping centers até lanchonetes de beira de estrada, e muitos desses pequenos comércios não têm nem sistema informatizado de emissão de nota fiscal. Esse pessoal teria que ter no mínimo um computador, para entrar no site, verificar o código da mercadoria ou serviço, ver quanto que é a alíquota e escrever manualmente na nota fiscal o valor dos impostos”, afirma Olenike.<br />
Uma opção – prevista na lei – para esses estabelecimentos que não contam com sistema informatizado de emissão de nota fiscal é informar a carga tributária de produtos e serviços em cartazes ou murais. “Muitas empresas ainda tiram uma nota só no final do mês. Em uma lanchonete de beira de estrada, por exemplo, a maioria dos clientes não pede nota fiscal.</p>
<p>Então ele tira uma nota por dia, ou uma nota por mês, com o total do faturamento do mês. Nesses casos, a lanchonete pode pegar uma vez só qual é a carga tributária da refeição que ela serve, colocar em um cartaz e não precisa discriminar em toda nota que emitir”, explica Olenike.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: IBPT</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vendas no comércio varejista do Brasil crescem 0,8% em abril, diz IBGE.</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jun 2012 22:33:34 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>As vendas no varejo brasileiro tiveram alta de 0,8% em abril ante março e registraram elevação de 6% em relação a igual mês de 2011, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (14).</p>
<p>Analistas ouvidos pela &#8220;Reuters&#8221; previam que as vendas no varejo subiriam 1,4% em abril ante março, de acordo com a mediana das projeções de 17 analistas. As estimativas variaram de queda de 0,50% a alta de 2,50%.</p>
<p>O IBGE, por outro lado, melhorou um pouco os dados de março sobre fevereiro, cuja alta passou de 0,2% para 0,3% agora. Segundo o IBGE, oito das dez atividades pesquisadas tiveram resultados positivos na comparação mensal. Os principais destaques foram combustíveis e lubrificantes (2,5%), material de construção (1,8%), móveis e eletrodomésticos (1,5%), entre outros.</p>
<p>Na ponta oposta, apresentaram queda nas vendas os segmentos de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,8%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-2,9%).</p>
<p>Na comparação anual, ainda segundo o IBGE, seis das oitos atividades registraram crescimento, como móveis e eletrodomésticos (12,1%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,6%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (33,2%).</p>
<p>Segundo o IBGE, o segmento de móveis e eletrodomésticos teve o maior impacto na formacão da taxa em abril, refletindo &#8220;a política do governo de incentivo ao consumo através da redução de alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a chamada linha branca&#8221;.</p>
<p>Tiveram queda nas vendas, na comparação anual, os segmentos de livros, jornais, revistas e papelaria (-4,3%) e tecidos, vestuário e calçados (-1,1%).</p>
<p>O resultado no comércio varejista é um importante indicador da atividade econômica no país, que ainda encontra dificuldades em mostrar recuperação. A produção industrial, por exemplo, registrou a segunda queda seguida em abril ao recuar 0,2% frente a março. Diante disso, o emprego no setor contraiu 0,3% no mesmo período.</p>
<p>Esses fracos desempenhos ajudam a puxar a atividade do país para baixo. No primeiro trimestre deste ano, o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu apenas 0,2% quando comparado com o quarto trimestre de 2011, abaixo das expectativas do mercado e do próprio governo.</p>
<p>O cenário é preocupante e a equipe econômica da presidente Dilma Rousseff continua dando sinais de que deve adotar mais medidas de estímulo. O próprio ministro da Fazenda, Guido Mantega, já indicou que mais medidas estão a caminho.</p>
<p>O Banco Central também vem tentando impulsionar a economia, e uma das medidas tem sido a redução da Selic. No final de maio, a autoridade monetária reduziu a taxa básica em em 0,50 ponto percentual, para o recorde mínimo de 8,50% ao ano, e deixou a porta aberta para mais cortes &#8220;com parcimônia.&#8221;</p>
<p>Fonte: <a href="http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/06/14/vendas-no-comercio-varejista-do-brasil-crescem-08-em-abril-diz-ibge.jhtm">www.economia.uol.com.br</a></p>
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