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	<title>Credicoob &#187; despesas</title>
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		<title>O que é Margem de Contribuição?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Aug 2017 14:46:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Seu negócio pode estar vendendo bem, mas sem ter lucro. Entenda como calcular os ganhos brutos e as despesas a fim de organizar as contas. Em qualquer que seja o segmento, indústria, comércio ou serviços, é perfeitamente possível e fácil se apurar o valor e o percentual respectivo da margem de contribuição. Antes de tudo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<section><em>Seu negócio pode estar vendendo bem, mas sem ter lucro. Entenda como calcular os ganhos brutos e as despesas a fim de organizar as contas.</em></p>
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<section id="corpo">Em qualquer que seja o segmento, indústria, comércio ou serviços, é perfeitamente possível e fácil se apurar o valor e o percentual respectivo da margem de contribuição.</p>
<p>Antes de tudo, porém, é preciso entender o que é a margem de contribuição.</p>
<p>Se é preciso comprar o que é vendido e ainda pagar algumas despesas que só ocorrem quando se vende, como é o caso de impostos sobre a venda e das comissões dos vendedores, quanto sobra para a empresa pagar despesas fixas e ter lucro? Essa é a margem de contribuição.</p>
<p>Mas por que esse nome: margem de contribuicão? Isso tem um sentido:</p>
<p><strong>Margem</strong> - porque é a diferença entre o Valor da Venda (preço de venda) e os Valores dos Custos e das Despesas específicas destas Venda, ou seja, valores também conhecidos por Custos Variáveis e Despesas Variáveis da venda.</p>
<p><strong>Contribuição</strong> - porque representa em quanto o valor das vendas contribui para o pagamento das Despesas Fixas e também para gerar Lucro.</p>
<p>Para encontrar a Margem de Contribuição, é preciso realizar a seguinte conta:</p>
<p><strong>Margem de Contribuição = Valor das Vendas – (Custos Variáveis + Despesas Variáveis).</strong></p>
<p>Fonte: Sebrae</p>
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		<title>Dicas para o Fluxo de Caixa da sua empresa.</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Dec 2013 00:01:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Organizar as finanças de uma pequena empresa é o passo inicial para que o projeto cresça. O caminho é já começar a se acostumar com a planilha do fluxo de caixa. Pensado para servir como um planejamento, ele ajuda a acompanhar todas as receitas e os gastos da empresa e a tomar decisões. O problema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Organizar as finanças de uma pequena empresa é o passo inicial para que o projeto cresça. O caminho é já começar a se acostumar com a planilha do fluxo de caixa. Pensado para servir como um planejamento, ele ajuda a acompanhar todas as receitas e os gastos da empresa e a tomar decisões.</p>
<p>O problema é que muitos empreendedores só usam os dados para saber se vai faltar dinheiro no final do mês. O ideal é acompanhar os meses futuros para programar ações. “O fluxo de caixa me diz futuro. Já começa a ver quanto mal ou bom vai ser daqui seis meses. Ele diz quanto precisa de capital de giro, se pode fazer distribuição de lucros, se está na hora de assumir uma dívida ou fazer um investimento”, diz Maurício Galhardo, consultor especializado em finanças.</p>
<p>Para que a ferramenta funcione bem como um indicador, é preciso que o empresário fique responsável por fazer ou acompanhar de perto os dados e se certifique de que todas as informação são reais. “O fluxo de caixa deve traduzir a realidade financeira da empresa. É uma previsão do que vai receber e pagar”, explica Nelson de Sousa, professor de finanças do IBMEC/RJ. Veja quais são os principais erros que você precisa evitar para usar bem o fluxo de caixa.</p>
<p>1) Incluia categorias:</p>
<p>Apesar de existirem softwares e programas que auxiliam empresários no fluxo de caixa, a maneira mais simples é montar uma planilha. “Precisa separar os gastos em grupos, o que alguns chamam de planos de contas”, alerta Galhardo. Apenas registrar todos os gastos e despesas não é o suficiente para tomar decisões com a planilha. O ideal é separar todos os valores em categorias. “Se você separa em caixinhas, no plano de contas, consegue entender quanto se gasta em cada categoria”, indica o consultor.</p>
<p>Assim, faça colunas para custos com ocupação, como aluguel, IPTU e até água e luz, para custos com pessoal, incluindo salários e benefícios, e também para custos administrativos e relacionados a vendas. Desta forma, fica mais fácil identificar, por exemplo, onde a empresa gasta mais e até como seria possível reduzir custos. “É importante acompanhar o saldo bancário, que deve bater com o fluxo de caixa”, explica Galhardo.</p>
<p>2) Lance os recebimentos e não as vendas:</p>
<p>Uma nova venda sempre é recebida pela empresa como dinheiro no bolso e muitos empresários se precipitam e lançam os valores na planilha. “No fluxo de caixa, o que deve ser lançado são as receitas e não as vendas. A receita é aquilo que entrou de dinheiro. Se fizer uma venda em três vezes, vai ter que lançar o pagamento em três vezes também”, esclarece Galhardo.</p>
<p>O mesmo vale para pagamentos. “Se ia pagar uma conta e o fornecedor deu um prazo maior, muda a conta para ser paga em outra data”, diz o consultor. Para Sousa, este é o ponto de partida para um fluxo de caixa bem feito. “Projeta o que vai vender e o que vai receber, considerando que algumas vendas são à vista, outras a prazo”, diz.</p>
<p>3) Acompanhamento diário:</p>
<p>O padrão mais comum de fluxo de caixa é mensal, ajudando o empresário a avaliar o desempenho do negócio naquele mês. Na prática, é melhor acompanhar diariamente. “Ele tem que ser feito diário. O fluxo de caixa não serve para ver quanto está gastando, para falar de passado, o fluxo de caixa me diz futuro”, afirma Galhardo.</p>
<p>4) Seja realista:</p>
<p>É com o acompanhamento diário que o empresário vai aprendendo como o negócio se comporta mês a mês e pode se preparar para períodos de baixa. Isso só acontece se os dados usados estiverem de acordo com a realidade. “Empresas projetam fluxo de caixa de até 2 anos, com o que imaginam que vai ser a atividade. Cada vez que aumentam as expectativas de venda, aumentam os gastos também”, diz Sousa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/pme/">http://exame.abril.com.br/pme/</a></p>
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		<title>Como calcular a margem de lucro dos seus produtos</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jun 2013 15:45:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como calcular a margem de lucro dos meus produtos? Respondido por Rodrigo Zeidan, especialista em finanças Um dos erros mais comuns na administração de pequenas empresas é o foco no mark-up, que desconsidera que a venda de um produto deve remunerar os custos variáveis (que inclui as matérias-primas utilizadas para a produção, no caso de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como calcular a margem de lucro dos meus produtos? <em>Respondido por<em> </em><strong>Rodrigo Zeidan,</strong> especialista em finanças</em></p>
<p>Um dos erros mais comuns na administração de pequenas empresas<strong></strong> é o foco no mark-up, que desconsidera que a venda de um produto deve remunerar os custos variáveis (que inclui as matérias-primas utilizadas para a produção, no caso de uma indústria, ou o custo de compra de um produto que será revendido, no caso do comércio) e fixos (aluguel, salários administrativos, máquinas, equipamentos etc), além das despesas financeiras.</p>
<p>O foco na análise do mark-up, principalmente na área de vendas, pode esconder uma perda de lucratividade, especialmente em empresas com altos custos fixos ou despesas financeiras.</p>
<p>A lição para os empreendedores<strong></strong> é tentar incluir, no cálculo de margens, a parcela de custos fixos operacionais que o preço de vendas deve cobrir. Com isso, chega-se ao conceito de margem bruta, definida como a relação entre o lucro operacional (que considera todos os custos) e a receita líquida (toda a receita da empresa menos os impostos sobre vendas, as devoluções e os abatimentos).</p>
<p>Este conceito abrange todos os custos operacionais, mas também não revela a verdadeira margem, pois uma empresa com muitas despesas financeiras pode apresentar boa margem operacional, mas prejuízo final. Para analisar a verdadeira margem, deve-se olhar a margem líquida, definida como a relação entre o lucro líquido e a receita líquida de vendas da empresa.</p>
<p>Neste caso, teríamos a margem que fica com os donos por cada unidade vendida, em média, pela empresa. Claro que nenhum conceito é perfeito e todos os previamente abordados – mark-up, margem bruta e margem líquida – são úteis, porém é necessário ter sempre em mente as limitações e usos de cada um.</p>
<p>Um exemplo simples mostra como são calculados, de forma geral, os três conceitos, e qual a diferença entre eles. Uma empresa costuma vender 40 mil unidades de um produto a 50 reais (em valores líquidos). Os custos variáveis de produção são de 25 reais por unidade e os custos fixos e despesas operacionais da empresa são de 50 mil reais por mês. Além disso, a empresa apresenta despesas financeiras mensais de 20 mil reais por mês. Dessa forma, teríamos:</p>
<p><strong>Mark-up</strong> = (Lucro unitário)/(Custo Variável unitário) = (Preço – Custo Variável unitário)/(Custo Variável unitário) = (50-25)/25 = 1 ou 100%.</p>
<p><strong>Margem Bruta </strong>= (Receita Líquida – Custos Operacionais)/Receita Líquida = 200.000 – 150.000/200.000 = 50.000 / 200.000 = 0,25 ou 25%</p>
<p><strong>Margem Líquida</strong> = (Receita Líquida – Custos+Despesas)/Receita Líquida = 200.000 – 170.000 / 200.000 = 30.000 / 200.000 = 0,15 ou 15%</p>
<p>Como se vê, as três margens são bem diferentes entre si e focar em um só conceito pode levar a decisões erradas. As empresas, portanto, devem usar os três indicadores, conhecendo as limitações e benefícios de cada um.</p>
<p>Fonte: http://exame.abril.com.br/pme</p>
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