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	<title>Credicoob &#187; e-commerce</title>
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		<title>E-commerce: Saiba o que as &#8220;grandes&#8221; fizeram para chegar lá!</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2016 18:53:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fretes grátis, diferenciação de serviço, vendas online, tudo isso nós já sabemos sobre o e-commerce, mas será que é o suficiente? Entenda onde você pode estar errando. Ao escrever este artigo, deparei-me com algumas dificuldades. A encomenda era que eu respondesse a algumas perguntas específicas, como: Quais os riscos do setor de e-commerce; como saber se meu modelo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008080;"><strong>Fretes grátis, diferenciação de serviço, vendas online, tudo isso nós já sabemos sobre o e-commerce, mas será que é o suficiente? Entenda onde você pode estar errando.</strong></span></p>
<p>Ao escrever este artigo, deparei-me com algumas dificuldades. A encomenda era que eu respondesse a algumas perguntas específicas, como: Quais os riscos do setor de e-commerce; como saber se meu modelo de negócio é viável, quais os passos para reverter resultados negativos consecutivos, etc.</p>
<p>Como isso não é um livro e como não terei 10 horas de atenção dos leitores, serei objetivo nas respostas e o título do artigo, por si só, já dá uma boa ideia do que não se deve fazer.</p>
<p>Como os empreendedores, maioria dos que estão lendo, são rápidos na matemática e em raciocínio  lógico, vou pontuar alguns itens de lógica:</p>
<p>Para uma empresa sobreviver ela deve ter geração de caixa. Um caminho básico para gerar caixa, ao longo do tempo, é ter lucro. Lucro é gerado por meio de margens positivas (e boas). Ou seja, se tenho prejuízo constante e não tenho geração de caixa, minha empresa só irá sobreviver se continuamente tiver injeção de capital. E é difícil acreditar em uma fonte interminável de capital.</p>
<p>Dito isso, divido com vocês, de maneira resumida, o que aprendi sobre o e-commerce. Essa história começa nos EUA.</p>
<p>Em algum ponto no começo dos anos 90, varejistas americanos descobriram que podiam vender itens fora de coleção ou antigos (“close-out”) por meio de catálogos eletrônicos. Com o sucesso das vendas, algumas dessas unidades tornaram-se novas empresas  autônomas que começaram a ser conhecidas como empresas de e-commerce.</p>
<p>Por serem produtos fora de linha ou excesso de estoque passado ou produtos “encalhados”, o preço de uma camisa numa loja virtual era mais baixo que o de uma camisa na loja física.  Agora você já sabe a origem do preço mais baixo que o da loja física. Era o mesmo artigo, mas não o mesmo produto. A fama que o e-commerce era mais barato vem daí.</p>
<p>Nos EUA, o segmento começou a crescer em função da conveniência da compra online e do recebimento do produto em casa. O modelo de capital de giro nos EUA é o seguinte: o cliente paga à vista no cartão de crédito e o fornecedor da loja virtual é pago depois de 90/120 dias. Assim, nos EUA, quanto mais rápido o crescimento da loja virtual, mesmo com EBITDA negativo e prejuízo, a  empresa  ainda é  geradora  de caixa. Isso não é sustentável no longo prazo, mas funciona por um bom período.</p>
<p>A Amazon sabia que esse modelo era insustentável no longo prazo e usou a sua fase de maior crescimento para investir seu caixa em qualidade de serviço.  Nos últimos 3 anos, a empresa passou a privilegiar margens e a fama de loja virtual “barata” não é mais a percepção dos clientes. O que todos veem na Amazon é uma qualidade de serviço incrível e o cliente paga por isso. Bezos e seu time perceberam que o que traz a fidelidade do cliente é a qualidade de serviço  e não o baixo preço.</p>
<p>Já no Brasil, a história começa, de forma séria e profissional, meses antes do ano 2000.  O modelo aqui adotado pelos pioneiros foi o americano, de uma forma radical e talvez sem a correta leitura dos fatos.  Os principais players brasileiros nascidos naquela época vendiam a preços mais baixos que as lojas físicas todos os produtos, incluindo fogões, geladeiras, CDs, calçados e roupas. Diferente do que acontecia lá fora, os produtos eram de linha e não “close-outs”. Além disso, as lojas virtuais davam frete grátis.</p>
<p>Com o tempo, para impulsionar o crescimento, começaram a dar prazo… muito prazo. Produtos como uma camisa, por exemplo, podiam e ainda podem ser adquiridos em 12 vezes sem juros. Esses pioneiros criaram máquinas de crescimento, mas também máquinas de prejuízo. Criaram empresas incapazes de gerar caixa.</p>
<p>Por anos, o capital fácil dos fundos de Venture Capital e Private Equity, e posteriormente o IPO, fizeram com que tudo isso não fosse discutido por algum tempo, mas com esse boom o assunto veio à tona. Esse era o modelo americano. Esse era o modelo que os fundos entendiam, não o mercado e investidores brasileiros.</p>
<p>Voltemos para a lógica. Como pode parar em pé uma empresa que:</p>
<ul>
<li>Tem margem bruta na faixa de 20% a 25%;</li>
<li>Vende os produtos em 12 vezes sem juros;</li>
<li>Paga os fornecedores em 30 dias;</li>
<li>Dá frete grátis;</li>
<li>Investe pesadamente em marketing para acelerar seu crescimento; e,</li>
<li>Orgulha-se de ter um elevado estoque não só em variedade como em quantidade.</li>
</ul>
<p><strong>Como uma empresa com essas características pode sobreviver ao longo do tempo?</strong></p>
<p>A resposta é que não pode. Ela pode postergar o colapso por meio de capitalizações constantes, mas que não serão eternas. O capital não é burro. Às vezes pode ser lerdo, mas não lhe falta inteligência. O destino desse modelo, chamado de irracional, está sacramentado. A bomba explodirá. A música vai parar e não haverá cadeiras para todos.O problema é que várias lojas virtuais entenderam que aquele era o modelo de sucesso.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>AGORA, VAMOS FALAR SOBRE O MODELO QUE FUNCIONA. O MODELO QUE GERA LONGEVIDADE. O QUE CRIA EMPRESAS VERDADEIRAS: O MODELO RACIONAL.</strong></span></p>
<p>E-commerce vende conveniência. O cliente compra de onde estiver, na hora em  que quiser, um sortimento quase infinito de produtos que ele jamais poderá conseguir achar, mesmo que fique por uma semana andando em todas as lojas de todos os shoppings centers da cidade.</p>
<p>E-commerce é um serviço. Se é um serviço, é possível cobrar pela conveniência. Os preços não precisam ser menores que os da loja física. Por lógica, deveriam ser maiores. O frete grátis não se justifica, dar prazo ao cliente sensivelmente superior ao que se consegue do fornecedor não faz sentido e a qualidade do serviço, em todas as fases de experiência de compra, deve ser o principal fator de diferenciação.</p>
<p>O efeito colateral pode ser um menor crescimento? Sim, mas por curto prazo. O futuro do varejo passa necessariamente pelo E-commerce. O E-commerce racional !</p>
<p>Volto para as perguntas do primeiro parágrafo e espero ter, mesmo que de maneira superficial, endereçado todas.  Mais detalhes? Bem, quem sabe esse artigo vire um livro ou um bate-papo de 10 horas.</p>
<p>Fonte: endeavor.org.br</p>
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		<title>As 10 áreas que mais faturam no e-commerce</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2015 18:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O e-commerce brasileiro faturou R$ 18,6 bilhões no primeiro semestre de 2015 &#8211; 16% a mais do que o mesmo período de 2014. O dado faz parte da 32ª edição do Webshoppers, levantamento dos resultados do comércio eletrônico brasileiro feito pelo E-bit. Segundo o estudo, o crescimento do tíquete médio impulsionou a alta. Os consumidores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O e-commerce brasileiro faturou R$ 18,6 bilhões no primeiro semestre de 2015 &#8211; 16% a mais do que o mesmo período de 2014. O dado faz parte da 32ª edição do Webshoppers, levantamento dos resultados do comércio eletrônico brasileiro feito pelo E-bit.</p>
<p>Segundo o estudo, o crescimento do tíquete médio impulsionou a alta. Os consumidores online gastam, em média, R$ 377, valor 13% maior do que no ano passado. Apesar do faturamento, o número de pessoas que realizaram ao menos uma compra caiu 7%, de 18,9 milhões no primeiro semestre de 2014 para 17,6 no mesmo período de 2015. “Aqueles que estão preocupados com as contas em dia e a comida na mesa não têm realizado esse tipo de compra”, diz Pedro Guasti, vice-presidente de relações institucionais da Buscapé Company, que controla o E-bit.</p>
<p>Um tipo específico de consumidor online derrubou a quantidade de pedidos. Os light users, que compram pela internet uma vez a cada seis meses, não fizeram aquisições no primeiro semestre deste ano Já os heavy users, consumidores que compram quatro produtos ou mais por semestre, seguem utilizando a internet para encontrar o menor preço. “Em um período de instabilidade econômica, quem sempre utilizou a internet como principal fonte de compra vai intensificar essa atitude”, afirma.</p>
<p><strong>O que mais vende na internet</strong></p>
<p>A pesquisa também mostrou quais foram os setores que tiveram o melhor desempenho neste primeiro semestre em total de pedidos e faturamento. As vendas de eletrodomésticos despontaram como as mais significativas para o e-commerce, representando 25% do faturamento de todo o mercado. No entanto, a área de moda e acessórios segue liderando o volume de pedidos, com 15% das solicitações.</p>
<p>André Ricardo Dias, diretor da E-bit, afirma que o crescimento do setor de eletrodomésticos e telefonia reflete o aumento de confiança do consumidor. “Antigamente, as pessoas tinham medo de comprar produtos mais caros pela internet. Mas hoje elas têm confiado mais. Além disso, quem compra na internet tem a vantagem de poder pesquisar os detalhes e a vasta gama de produtos de maneira mais qualificada”, diz.</p>
<p>Confira quais são os setores que mais faturaram até julho de 2015 e quanto representam no e-commerce brasileiro:</p>
<p>1. Eletrodomésticos – 25%<br />
2. Telefonia/Celulares – 18%<br />
3. Eletrônicos – 12%<br />
4. Informática &#8211; 12%<br />
5. Casa e Decoração – 7%<br />
6. Moda e Acessórios &#8211; ¨%<br />
7. Esporte e Lazer – 3%<br />
8. Livros – 2%<br />
9. Brinquedos e Games – 2%<br />
10. Acessórios Automotivos – 2%</p>
<p>Veja quais foram os itens mais pedidos por e-commerce no mesmo período e quanto representam no mercado:</p>
<p>1. Moda e Acessórios – 15%<br />
2. Eletrodomésticos – 13%<br />
3. Telefonia/Celulares – 11%<br />
4. Cosméticos e Perfumaria/Saúde – 11%<br />
5. Assinaturas e Revistas/Livros – 8%<br />
6. Casa e Decoração – 8%<br />
7. Informática – 8%<br />
8. Eletrônicos – 5%<br />
9. Esporte e Lazer – 4%<br />
10. Brinquedos e Games – 3%</p>
<p>Fonte: http://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/E-commerce/noticia/2015/08/10-areas-que-mais-faturam-no-e-commerce.html</p>
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		<title>10 tendências de negócios para você investir nos próximos anos</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2015 16:13:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pelo SEBRAE/SC aponta que o mundo pet lidera a lista das melhores oportunidades de negócios, seguido por empresas que têm como público-alvo os solteiros. O estudo, que faz parte da organização da Feira do Empreendedor 2014, analisou o comportamento e perfil do consumidor e os nichos de mercado brasileiro para traçar potenciais negócios para investimento nos próximos anos. “A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pelo <strong>SEBRAE/SC</strong> aponta que o<em> mundo</em> <em>pet</em> lidera a lista das melhores <strong>oportunidades de negócios</strong>, seguido por empresas que têm como público-alvo os solteiros.</p>
<p>O estudo, que faz parte da organização da <a href="http://www.feiradoempreendedor.com.br/" target="_blank">Feira do Empreendedor 2014</a>, analisou o comportamento e perfil do consumidor e os nichos de mercado brasileiro para traçar potenciais negócios para investimento nos próximos anos. “A pesquisa é para que possamos orientar os empresários sobre as melhores opções de negócio e quais são as tendências para o futuro”, explica a gestora da Feira, Josiane Minuzzi.</p>
<p>No total foram identificadas nove <strong>categorias de consumo:</strong></p>
<p>Consumo exigente:</p>
<ul>
<li>Consumo + 60 anos</li>
<li>Consumo saudável</li>
<li>Consumo responsável</li>
<li>Consumo de baixa renda</li>
<li>Consumo precoce</li>
<li>Consumo online</li>
<li>Consumo prático</li>
<li>Consumo de nichos</li>
</ul>
<p>Dentro dessas categorias foram selecionados os principais segmentos. Abaixo a lista completa dos que foram apontados como <strong>tendências de mercado</strong> nos próximos anos e as oportunidades de negócios gerados por eles.</p>
<p><strong>Mundo Pet</strong></p>
<p>Os negócios no segmento Pet geram mais de 3 milhões de empregos no Brasil e movimentam R$ 14 bilhões por ano. As famílias gastam em média R$ 350,00 por mês com seus animais de estimação.</p>
<p>Oportunidades de Negócios:<strong> </strong>Serviço de estética para animais.</p>
<ul>
<li>SPAS</li>
<li>Cosmético para cães e gatos</li>
<li>Moda pet, como roupas e acessórios para os animais</li>
</ul>
<p><strong>Mundo dos solteiros</strong></p>
<p>O “mundo dos sozinhos” também é tendência. No Brasil, 72 milhões de pessoas moram sozinhas e a quantidade de casas de solteiros triplicou nas últimas três décadas.</p>
<p>Oportunidades de Negócios: Construção de imóveis compactos.</p>
<ul>
<li>Produção de produtos fracionados e em pequenas porções</li>
<li>Alimentos pré-prontos</li>
<li>Serviços de administradores de lares</li>
</ul>
<p><strong>E-commerce</strong></p>
<p>O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 12,74 bilhões no primeiro semestre de 2013. Esse valor é 24% maior que o registrado no mesmo período de 2012. A quantidade de pedidos feitos via web aumentou 20%, chegando a 35,54 milhões.</p>
<p>Oportunidades de Negócios: Vendas pelas redes sociais e blogs.</p>
<ul>
<li>Agências de publicidade online</li>
<li>Geolocalização de ofertas</li>
<li>Cross funding</li>
<li>Desenvolvimento de conteúdo para terceiros</li>
</ul>
<p><strong>Vida, Saúde e Estética</strong></p>
<p>O crescimento de 30% da classe média no Brasil nos últimos anos já representa 53% da população, aumentando a busca por tratamentos estéticos e qualidade de vida.</p>
<p>Oportunidades de Negócios: Salões de beleza exclusivos para o público masculino.</p>
<ul>
<li>Venda de pacotes mensais para a classe C</li>
<li>Monitoramento de idosos à distância</li>
<li>Roupas inteligentes</li>
<li>Aplicativos de serviços de dados médicos</li>
</ul>
<p><strong>Economia do Mar</strong></p>
<p>Congrega os segmentos de recursos minerais e marinhos, alimentos do mar, portos e transporte marítimo, energias oceânicas e turismo.</p>
<p>Oportunidades de negócios: Aquicultura sustentável.</p>
<ul>
<li>Fornecedores de peças para barcos</li>
<li>Manutenção de motores de embarcações</li>
<li>Energia oceânica</li>
<li>Transporte marítimo</li>
</ul>
<p><strong>Cadeia Automotiva</strong></p>
<p>O setor automotivo representa 20% do PIB brasileiro. Especificamente com a instalação da BMW em Araquari serão criados 1500 novos empregos numa cidade de 24 mil habitantes e 500 empregos indiretos.</p>
<p>Oportunidades de Negócios: Ferramentaria.</p>
<ul>
<li>Rebarbação</li>
<li>Injeção de plástico</li>
<li>Serviços e softwares para controle de qualidade</li>
<li>Tecnologias a laser</li>
</ul>
<p><strong>Tecnologia da Informação</strong></p>
<p>O mercado de TI no Brasil em 2010 foi de 64,7 Bilhões. A análise dos especialistas em Santa Catarina revela que o setor tende a crescer e se desenvolver em todas as esferas econômicas.</p>
<p>Oportunidades de Negócios: Realidade colaborativa da Internet.</p>
<ul>
<li>Computação em nuvem (cloudcomputing)</li>
<li>Tecnologias cognitivas</li>
<li>Controle e monitoramento de gases do efeito estufa</li>
<li>SaaS ( Software as a Service)</li>
</ul>
<p><strong>Diversão, lazer e turismo</strong></p>
<p>O comportamento do consumidor aponta para a customização em massa de produtos e serviços, inclusive pacotes turísticos e opções de lazer voltado a determinados segmentos da população.</p>
<p>Oportunidades de negócios: Entretenimento digital.</p>
<ul>
<li>Parques temáticos</li>
<li>Pousada boutique</li>
<li>Turismo de aventura</li>
<li>Agências de turismo especializadas por segmentos como os idosos</li>
</ul>
<p><strong>Crianças e adolescentes</strong></p>
<p>Crianças e adolescentes estão ficando adultas mais cedo ou, pelo menos, assumindo hábitos de consumo mais precocemente. As crianças constituem um enorme mercado potencial (40 milhões de crianças 0-14 anos no Brasil), que influenciam o consumo de seus familiares.</p>
<p>Oportunidades de negócios: Aluguel de brinquedos lúdicos e educativos.</p>
<ul>
<li>Espaço de artes marciais</li>
<li>Academia de ginástica para crianças</li>
<li>Centro de atividades culturais</li>
<li>Atelier de moda infantil com cursos direcionados para crianças e adolescentes</li>
</ul>
<p><strong> Negócios em Casa</strong></p>
<p>Com o crescimento da tecnologia aumenta a oportunidade da venda de produtos e serviços em casa, existindo 3,5 milhões de negócios com esse perfil no Brasil.</p>
<p>Oportunidades de negócios: Escritório domésticos.</p>
<ul>
<li>Designer virtual</li>
<li>Promotor de eventos</li>
<li>Consultoria de imagem</li>
<li>Organizador de viagens</li>
</ul>
<p>Fonte: Sebrae</p>
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