<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Page::start_lvl(&$output, $depth) should be compatible with Walker::start_lvl(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/post-template.php</b> on line <b>997</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Page::end_lvl(&$output, $depth) should be compatible with Walker::end_lvl(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/post-template.php</b> on line <b>1009</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Page::start_el(&$output, $page, $depth, $args, $current_page) should be compatible with Walker::start_el(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/post-template.php</b> on line <b>1024</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Page::end_el(&$output, $page, $depth) should be compatible with Walker::end_el(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/post-template.php</b> on line <b>1067</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_PageDropdown::start_el(&$output, $page, $depth, $args) should be compatible with Walker::start_el(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/post-template.php</b> on line <b>1105</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Category::start_lvl(&$output, $depth, $args) should be compatible with Walker::start_lvl(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/category-template.php</b> on line <b>800</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Category::end_lvl(&$output, $depth, $args) should be compatible with Walker::end_lvl(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/category-template.php</b> on line <b>816</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Category::start_el(&$output, $category, $depth, $args) should be compatible with Walker::start_el(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/category-template.php</b> on line <b>833</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Category::end_el(&$output, $page, $depth, $args) should be compatible with Walker::end_el(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/category-template.php</b> on line <b>908</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_CategoryDropdown::start_el(&$output, $category, $depth, $args) should be compatible with Walker::start_el(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/category-template.php</b> on line <b>949</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Comment::start_lvl(&$output, $depth, $args) should be compatible with Walker::start_lvl(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/comment-template.php</b> on line <b>1241</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Comment::end_lvl(&$output, $depth, $args) should be compatible with Walker::end_lvl(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/comment-template.php</b> on line <b>1265</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Comment::start_el(&$output, $comment, $depth, $args) should be compatible with Walker::start_el(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/comment-template.php</b> on line <b>1329</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Comment::end_el(&$output, $comment, $depth, $args) should be compatible with Walker::end_el(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/comment-template.php</b> on line <b>1389</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Nav_Menu::start_lvl(&$output, $depth) should be compatible with Walker::start_lvl(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/nav-menu-template.php</b> on line <b>40</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Nav_Menu::end_lvl(&$output, $depth) should be compatible with Walker::end_lvl(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/nav-menu-template.php</b> on line <b>52</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Nav_Menu::start_el(&$output, $item, $depth, $args) should be compatible with Walker::start_el(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/nav-menu-template.php</b> on line <b>67</b><br />
<br />
<b>Warning</b>:  Declaration of Walker_Nav_Menu::end_el(&$output, $item, $depth) should be compatible with Walker::end_el(&$output) in <b>/home/credicoob/www/site/wp-includes/nav-menu-template.php</b> on line <b>106</b><br />
<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Credicoob &#187; empresa</title>
	<atom:link href="http://credicoob.com.br/site/?feed=rss2&#038;tag=empresa" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://credicoob.com.br/site</link>
	<description>Soluções Estratégicas de Cobrança</description>
	<lastBuildDate>Mon, 11 Feb 2019 20:50:45 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator>
		<item>
		<title>Quando vale a pena aderir ao Simples Nacional?</title>
		<link>http://credicoob.com.br/site/?p=588</link>
		<comments>http://credicoob.com.br/site/?p=588#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2015 19:26:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[beneficios]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[micro empresa]]></category>
		<category><![CDATA[pequena empresa]]></category>
		<category><![CDATA[simples nacional]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://credicoob.com.br/site/?p=588</guid>
		<description><![CDATA[Especialista faz considerações importantes para empreendedores que pensam em aderir ao sistema unificado de tributação No primeiro dia de 2015, o Simples Nacional (regime tributário simplificado que leva em consideração a receita anual da empresa, ou seja, quem tem receita bruta inferior a R$ 3,6 milhões) ampliou seu alcance e passou a valer para mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Especialista faz considerações importantes para empreendedores que pensam em aderir ao sistema unificado de tributação</p>
<p>No primeiro dia de 2015, o Simples Nacional (regime tributário simplificado que leva em consideração a receita anual da empresa, ou seja, quem tem receita bruta inferior a R$ 3,6 milhões) ampliou seu alcance e passou a valer para mais categorias profissionais.</p>
<p><strong> Quais negócios podem aderir ao Simples Nacional?</strong></p>
<p>Dessa forma, médicos, laboratórios, enfermeiros, veterinários, dentistas e psicólogos, bem como os serviços de engenharia e arquitetura; representação comercial; intermediação de negócios; perícias contábeis, judiciárias e patrimoniais; economia; consultoria; corretores de seguros e serviços advocatícios, entre outros, podem optar pelo Simples Nacional.</p>
<p><strong>Quais os benefícios para quem adere ao Simples?</strong></p>
<p>O Simples possibilita diversas vantagens, como o recolhimento unificado dos impostos federais, estaduais e municipais (ISS, PIS, COFINS, IRPJ, CSLL, IPI, ICMS e ISS) e da contribuição patronal previdenciária. Além disso, tem a vantagem da redução da carga tributária, uma vez que uma grande parte das micro e pequenas empresas pagará menos impostos se optar pelo Simples Nacional. A redução pode variar de 20% a 50%, dependendo do ramo de atividade da empresa e do seu volume de faturamento.</p>
<p><strong>O que muda para a empresa que adere ao Supersimples Nacional?</strong></p>
<p>A grande questão para o empreendedor é analisar se sua empresa realmente se beneficiará do Simples. Segundo Robson Chan-Tong, especialista em contabilidade da Prolink Contábil, o sistema é bastante positivo para negócios na indústria e comércio, mas nem tanto para serviços. Um exemplo disso é que, no caso das atividades desse setor que estão nas tabelas V e VI do modelo, a redução da carga tributária vai depender do número de funcionários.</p>
<p><strong>Simulador Simples ou Lucro Presumido: qual o melhor para sua empresa?</strong></p>
<p>“Em qualquer caso, porém, o empresário precisa analisar qual a totalidade de impostos que ele pagaria fora e dentro do Simples. Muitas vezes, dependendo do ramo, você pode pagar a mais estando no sistema”, afirma o especialista.</p>
<p><strong>Supersimples: como saber as alíquotas de imposto para a minha empresa?</strong></p>
<p>O empreendedor também precisa entender a parte de tributação na parte trabalhista para cada tipo de empresa e também se haverá substituição tributária em algum caso, o que encarece os negócios.<strong></strong></p>
<p>Mesmo que a o Simples seja adequado para sua empresa, Chan-Tong aconselha que o empreendedor busque a consultoria de um especialista para tomar a decisão antes de aderir ao modelo tributário.</p>
<p>Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2015/01/quando-vale-pena-aderir-ao-simples-nacional.html</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://credicoob.com.br/site/?feed=rss2&#038;p=588</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Legislação Tributária: entenda os principais conceitos e tributos</title>
		<link>http://credicoob.com.br/site/?p=576</link>
		<comments>http://credicoob.com.br/site/?p=576#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2015 19:23:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[gestão financeira]]></category>
		<category><![CDATA[tributos; legislação. conceitos;]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://credicoob.com.br/site/?p=576</guid>
		<description><![CDATA[Apesar de ser um tema complicado, conhecer a legislação tributária é muito importante. Confira os principais pontos que você precisa saber. Tudo que diz respeito à legislação tributária deve ser ponto de atenção para o empreendedor. Esse é um campo cheio de regras, detalhes e um vocabulário que a maioria não domina. Sim, claro, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Apesar de ser um tema complicado, conhecer a legislação tributária é muito importante. Confira os principais pontos que você precisa saber.</strong></p>
<div>
<p>Tudo que diz respeito à legislação tributária deve ser ponto de atenção para o empreendedor. Esse é um campo cheio de regras, detalhes e um vocabulário que a maioria não domina. Sim, claro, é sempre bom ter um profissional especializado apoiando as atividades da sua empresa, um bom advogado e/ou contador. Mas, mesmo assim, enquanto empreendedor, você deve se informar sobre as regras básicas para saber do que esses profissionais estão tratando.</p>
<p>A seguir, preparamos uma série de conteúdos sobre o tema<strong> legislação tr</strong>T<strong>ibutária</strong> para você ficar bem informado.</p>
<p><strong>Para começar, um glossário básico da legislação tributária</strong></p>
<p>Conheça os princípios e termos mais comuns do Direito Tributário e esteja em dia com o planejamento da sua empresa.</p>
<p><strong>Alíquota</strong><br />
A alíquota é um percentual estabelecido pela legislação tributária, que deverá ser aplicado sobre a base de cálculo do tributo, a fim de encontrar o valor a ser pago pelo contribuinte. Se você estiver no sistema do <a href="https://endeavor.org.br/simples-nacional/" target="_blank">Simples Nacional</a>, por exemplo, suas alíquotas são pré-definidas de acordo com suas atividades-chave e faixa de faturamento.</p>
<p><strong>Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL</strong><br />
A CSLL é uma contribuição social federal incidente sobre o lucro líquido da pessoa jurídica e que acompanha a forma de tributação do IRPJ (ou seja, você optará por pagá-la de acordo com Lucro Real ou Presumido). A alíquota aplicada é de 9% para as pessoas jurídicas em geral e de 15% para as instituições financeiras. Ele financia a Seguridade Social.</p>
<p><strong>Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS</strong><br />
É um tributo federal que tem como objetivo financiar programas sociais promovidos pelo Governo Federal e é cobrado sobre o faturamento bruto das pessoas jurídicas, tendo alíquotas de 3% para empresas sujeitas ao regime cumulativo e 7,6% para as empresas sujeitas ao regime não cumulativo. Ele não é pago pelas micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional.</p>
<p><strong>Imposto de Renda da Pessoa Jurídica – IRPJ</strong><br />
É um tributo federal incidente sobre o Lucro Real – para as pessoas jurídicas enquadradas na tributação pelo Lucro Real – ou sobre o Faturamento/Receita Bruta das pessoas jurídicas enquadradas na tributação do IR pelo Lucro Presumido. A alíquota aplicada é de 15% sobre o lucro apurado, com o acréscimo de 10% sobre a parcela do lucro que exceder R$20.000,00 por mês.</p>
<p><strong>Imposto sobre a Circulação de Mercadoria e Serviços – ICMS</strong><br />
É um tributo estadual cuja legislação específica varia de Estado para Estado. O ICMS tem como fato gerador a circulação de mercadorias e serviços de transporte e telecomunicação, e é apurado todo mês de forma periódica. O seu recolhimento deve ser feito em uma data específica, que é determinada a partir do CNAE – Código Nacional de Atividade Econômica de cada empresa. Suas alíquotas podem variar de 7% a 18%, dependendo do produto que está sendo circulado e o tipo de operação realizada – se interna ou interestadual.</p>
<p><strong>Imposto Sobre Produtos Industrializados – IPI</strong><br />
É um tributo federal apurado mensalmente e que tem como fato gerador a saída de produto industrializado do estabelecimento industrializador – ou a ele equiparado, ou o desembaraço aduaneiro de produto industrializado de procedência estrangeira. As alíquotas aplicáveis e os prazos de recolhimento variam conforme a classificação dos produtos constantes na TIPI – Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados.</p>
<p><strong>Taxa</strong><br />
Esta espécie tributária, por sua vez, é cobrada dos contribuintes como uma forma de indenização ao Poder Público pela prestação de um serviço público “específico e divisível prestado ao contribuinte ou posto a sua disposição”, nos termos do Código Tributário Nacional. Não devem ser confundidas com os valores pagos pela prestação de serviços públicos como telefonia, água e energia elétrica. Exemplo: Taxa de Licenciamento de Veículo, Taxa de Registro de Comércio nas Juntas Comerciais.</p>
<p><strong>E os encargos sociais?</strong></p>
<p>Conhecer e entender as contribuições mensais que você deve pagar para cada funcionário, mais conhecidas como encargos sociais, é importante para você entender o real custo de cada funcionário e, claro, ficar sempre dentro da legalidade.</p>
<p>De forma geral, os encargos sociais previstos pela legislação tributária e trabalhista são:</p>
<ul>
<li>Instituto Nacional de Seguro Social – INSS;</li>
<li>Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS;</li>
<li>Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP;</li>
<li>Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa Decorrente dos Riscos Ambientais do Trabalho – GILRAT;</li>
<li>Salário Educação (emprego no setor privado empresarial); e</li>
<li>Contribuição para o Sistema S – SESC/SENAC, SENAI/SESI, SEBRAE, INCRA (emprego no setor privado empresarial).</li>
</ul>
<p>Atenção: se sua empresa optou pelo <a href="https://endeavor.org.br/simples-nacional/" target="_blank">Simples Nacional</a>, pode pular para o item abaixo. No seu caso, toda a tributação é diferente.</p>
<p><strong>INSS</strong><br />
O Instituto Nacional de Seguridade Social é o caixa da Previdência Social. Além da aposentadoria por tempo de contribuição, a Previdência Social também garante a aposentadoria por idade e invalidez, pensão por morte, auxílios-doença, acidente/doença por acidente de trabalho, salário-maternidade e família, reabilitação profissional e o 13º salário.</p>
<p>Alíquotas:<br />
salários até R$ 1.399,12: 8%.<br />
De R$ 1.399,13 até R$ 2.331,88: 9%.<br />
De R$ 2.331,89 até R$ 4.663,75: 11%</p>
<p><strong>FGTS</strong><br />
O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço refere-se a um depósito mensal que o empregador é obrigado a destinar a uma conta bancária a ser aberta no nome do empregado na Caixa Econômica Federal. O FGTS não é descontado do salário do funcionário; é uma obrigação de quem emprega.</p>
<p>Alíquota: 8% do salário nominal – caso o contrato firmado seja um contrato de aprendizagem, esta alíquota cairá para 2% do salário. No caso de demissão sem justa causa, o empregador deverá ainda indenizar o funcionário em um valor equivalente a 40% dos depósitos efetuados ao FGTS no período de trabalho.</p>
<p><strong>PIS/PASEP</strong><br />
São os programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público. O PIS/PASEP consiste em um número cadastrado no cartão de CNPJ, ou no documento de cadastro do trabalhador.<br />
Alíquota: 0,65% (para regime não cumulativo) a 1,65% (para regime cumulativo) sobre o faturamento total da empresa.</p>
<p><strong>GILRAT</strong><br />
O Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa Decorrente dos Riscos Ambientais do Trabalho é mais uma contribuição previdenciária que incide sobre a folha de pagamento. É destinada a financiar a remuneração do empregado caso ele se torne impossibilitado <a href="https://endeavor.org.br/dicas-para-criar-um-bom-ambiente-na-sua-empresa/" target="_blank">devido a ocorrências no ambiente de trabalho.</a><br />
Alíquota: 1%, 2% ou 3% – varia de acordo com o grau de risco da atividade da sua empresa.</p>
<p><strong>Salário Educação</strong><br />
É um encargo social que serve de fonte adicional para o financiamento do ensino fundamental público. Ou seja, destina-se a custear programas, projetos e ações voltadas para a educação básica pública. A incidência ocorre apenas na folha de pagamento de empresas do setor privado.<br />
Alíquota: 2,5% sobre a remuneração total paga pela empresa.</p>
<p><strong>Sistema S</strong><br />
É a contribuição destinada às instituições de interesse de categorias profissionais, como SESC/SENAC, SENAI/SESI, Sebrae, Incra. Também só é compulsória para empresas do setor privado.<br />
Alíquota: 3,3% do salário.</p>
<p><strong>Você é Simples Nacional? Então tudo fica mais fácil</strong></p>
<p>O próprio nome já diz. O Simples Nacional é um regime de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos criado para facilitar a vida do empreendedor de pequeno porte (com faturamento anual de até 3,6 mi) . A vantagem desse sistema é que ele unifica tributos em um único boleto e reduz a carga tributária. No artigo <a href="https://endeavor.org.br/simples-nacional/%C2%A0" target="_blank">Simples Nacional: tudo o que você precisa saber</a> você encontra todas as informações sobre o tema.</p>
</div>
<p><strong>Fonte: Endeavor Brasil<br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://credicoob.com.br/site/?feed=rss2&#038;p=576</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os 10 Mandamentos dos Custos de Produção.</title>
		<link>http://credicoob.com.br/site/?p=405</link>
		<comments>http://credicoob.com.br/site/?p=405#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 May 2013 21:45:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[diretos]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[estoque]]></category>
		<category><![CDATA[indiretos]]></category>
		<category><![CDATA[lucro]]></category>
		<category><![CDATA[prejuizo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://credicoob.com.br/site/?p=405</guid>
		<description><![CDATA[Um dos grandes desafios – e talvez uma das tarefas mais delicadas – de empresários e administradores é definir preços de venda de produtos e serviços. E não apenas por uma simples questão de cifras. Os valores, antes de tudo, devem cobrir custos de produção, transporte, impostos, comissões, despesas com água, luz, telefone e outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos grandes desafios – e talvez uma das tarefas mais delicadas – de empresários e administradores é definir preços de venda de produtos e serviços. E não apenas por uma simples questão de cifras. Os valores, antes de tudo, devem cobrir custos de produção, transporte, impostos, comissões, despesas com água, luz, telefone e outras dezenas de variáveis. Além disso, precisa manter o negócio lucrativo e, ao mesmo tempo, atrativo aos olhos do consumidor – que não quer saber quanto você paga e está interessado somente no que ele próprio vai desembolsar.</p>
<p>Por não estarem diretamente ligados aos custos de produção, muitos empreendedores ou se confundem ou acabam cometendo equívocos no momento de elaborar e definir os preços de vendas. Essa constatação levou Sidcley Silva, especialista em Custos e Produção e analista da WK Sistemas, empresa catarinense desenvolvedora de soluções para gestão empresarial, a produzir uma lista com os “10 Mandamentos dos Custos de Produção”, uma compilação de conceitos e visões relacionados ao tema.</p>
<p>“É somente a partir da correta análise dos custos que uma empresa pode planejar e direcionar suas ações. Sem o real controle dos custos de produção, todo o restante das atividades fica comprometido”, avalia. “O que parece ser lucro pode ser prejuízo, a receita acaba sendo corroída e a operação se torna inviável”, acrescenta.</p>
<p>Os 10 Mandamentos dos Custos de Produção são fruto de observações práticas colhidas por Sidcley no desenvolvimento e implantação de soluções junto a empresas de todo o Brasil. Confira a seguir as dicas do especialista:</p>
<p><strong>1. Conhecer custos é a melhor maneira de conhecer o próprio negócio</strong><strong><br />
</strong><br />
Muitos gestores preferem olhar primordialmente para o mercado, buscando aplicar estratégias externamente. É preciso antes buscar o total conhecimento da origem de seus custos. São eles que possibilitam o mais completo entendimento sobre o negócio. Quem domina o conhecimento dos custos, leva vantagem no planejamento estratégico frente a seus concorrentes.</p>
<p><strong>2. Custos são fatores objetivos, palpáveis e matemáticos</strong><strong><br />
</strong><br />
A pouca familiarização de empresários com a análise dos próprios custos faz com que muitos os vejam como algo subjetivo, que podem ser mensurados a partir de valores aproximados. Na verdade, custos são perfeitamente identificáveis em todos os processos e obedecem critérios lógicos. Identificar a formação dos custos é também uma forma de melhor geri-los.</p>
<p><strong>3. Um bom cliente pode gerar prejuízos para a sua empresa</strong><strong><br />
</strong><br />
A correta aplicação de um sistema de custos pode revelar surpresas. Até mesmo um antigo, fiel e bom cliente, que paga em dia, pode gerar prejuízo. Sem que você perceba, a margem de lucro obtida com as vendas para um determinado cliente pode não ser suficiente para cobrir os custos que este gera para sua empresa.</p>
<p><strong>4. As aparências enganam: o produto mais vendido pode estar consumindo seus lucros</strong><strong><br />
</strong><br />
Uma olhada nos relatórios de vendas pode induzir a erros se os custos não forem considerados. Um produto que vende muitas unidades pode ter embutido custos de produção excessivos, consumindo esforços que deveriam ser direcionados a outros artigos mais rentáveis e lucrativos.</p>
<p><strong>5. Gerir os custos não custa tanto quanto se imagina</strong><strong><br />
</strong><br />
É comum ouvir pequenos e médios empresários reclamarem dos custos envolvidos, justamente, no controle de custos. Acham que é caro e isto, com toda certeza, acaba sendo um equívoco. Existem sistemas especializados que podem gerir custos de pequenas e médias empresas e com preços bastante acessíveis.</p>
<p><strong>6. Ineficiência também é custo</strong><strong><br />
</strong><br />
Muitas pessoas restringem o conceito de custos aos componentes diretos de um processo de produção. Trata-se de uma armadilha. É preciso identificar também a ineficiência do próprio processo, cruzando informações sobre tempos, mão de obra e resultados. A diferença entre lucro e prejuízo pode estar apenas na ineficiência de um único processo produtivo.</p>
<p><strong>7. Para formar o preço é preciso antes formar os custos</strong><strong><br />
</strong><br />
A formação do preço de um produto precisa contemplar todos os custos e projetar uma margem de lucro. Sem a noção exata dos custos embutidos, a formação do preço final de qualquer produto fica comprometida.</p>
<p><strong>8. Formação correta de preços favorece negociações</strong></p>
<p>A formação de preços e a aplicação de margens de lucro devem levar em conta as negociações com clientes, a partir de diversas variáveis, como quantidades, comissões e formas de pagamento. Desta forma, pode-se negociar preços sem comprometer as despesas e os custos envolvidos no processo.</p>
<p><strong>9. Custos têm personalidade própria. Separe-os e analise-os individualmente</strong><strong><br />
</strong><br />
Os custos de produção não apresentam comportamentos lineares e simétricos. É preciso separá-los por centros de custos, para que possam ser melhor analisados.</p>
<p><strong>10. O mercado pode ajudá-lo a controlar os custos</strong><strong><br />
</strong><br />
Lidar com formação de custos pode parecer complicado, mas a tecnologia disponível no mercado pode fazer isso de forma simples e eficaz. Sistemas integrados, que buscam as informações lançadas de diversos setores, como estoque, contabilidade e despesas, são uma excelente opção.</p>
<p>Além dos 10 Mandamentos dos Custos de Produção, destaca que um sistema de gestão de custos é de suma importância para toda a organização, desde os níveis estratégicos aos operacionais, pois determina o que e como deve ser produzido do ponto de vista financeiro, além de munir os gestores com informações estratégicas para o posicionamento de sua organização frente aos concorrentes. “É o sistema de custos que dará os subsídios necessários para que a empresa tenha uma gestão mais eficiente de seus recursos, reduza ou elimine desperdícios de qualquer ordem e forme preços de vendas que possam assegurar maior competitividade e lucratividade”.</p>
<p>Fonte: http://www.noticenter.com.br/</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://credicoob.com.br/site/?feed=rss2&#038;p=405</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>5 empregos que todo empreendedor deveria ter antes de começar seu negócio !</title>
		<link>http://credicoob.com.br/site/?p=237</link>
		<comments>http://credicoob.com.br/site/?p=237#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 13:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento ao cliente]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[negócio]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://credicoob.com.br/site/?p=237</guid>
		<description><![CDATA[Ter os conhecimentos básicos em vendas e atendimento ao cliente não garantem que o empreendedor tomará as melhores decisões. O negócio é aprender na prática ! Os empreendedores aprendem logo cedo que quanto mais experiência na hora de abrir seu negócio, melhor. Embora muitos tenham experimentado trabalhos em setores diferentes, é difícil encontrar um empreendedor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Ter os conhecimentos básicos em vendas e atendimento ao cliente não garantem que o empreendedor tomará as melhores decisões. O negócio é aprender na prática !</strong></em></p>
<p>Os empreendedores aprendem logo cedo que quanto mais experiência na hora de abrir seu negócio, melhor. Embora muitos tenham experimentado trabalhos em setores diferentes, é difícil encontrar um empreendedor que tenha método para buscar o conhecimento ANTES de abrir sua empresa.</p>
<p>A revista Inc. listou cinco empregos que todo empreendedor deveria tentar, ainda que fosse por alguns meses apenas. E garante: ainda que a experiência seja curta, as lições servem para a toda a vida.</p>
<p><strong> 1. Vendas</strong><br />
Um negócio sem clientes não é um negócio, por isso todo empreendedor deve ter conhecimento sobre vendas. Sem essa experiência, os desafios podem ser enormes. Se não conseguir explicar claramente a lógica do negócio e os benefícios que uma decisão ou ação poderão trazer será quase impossível conseguir um financiamento, estabelecer parcerias, motivar empregados e, claro, conseguir os primeiros clientes.<br />
<strong>Conselho:</strong> Venda algo, qualquer coisa. De preferência, trabalhe apenas com comissão. Assim você vai perder a timidez e a hesitação, vendo que seu salário é resultado direto do seu esforço e sua técnica de venda.</p>
<p><strong>2.  Fast food</strong><br />
A maioria das franquias emprega um processo rigoroso de controle: procedimentos operacionais, melhores práticas, padrões de eficiência, etc. Quando se trata de fast food, é tudo uma questão de controle – especialmente para os funcionários. Até mesmo as empresas que adotam uma atitude mais relaxada precisam de algum tipo de controle e padrão para garantir que as necessidades do cliente sejam satisfeitas.<br />
<strong>Conselho:</strong> Depois de deixar para trás qualquer ressentimento de fazer tudo de um certo jeito, você começará a entender o valor dos sistemas que produzem resultados consistentes e comprovados. Se você trabalhar no caixa, vai aprender mais em meses sobre como lidar com clientes do que aprenderia em cinco anos na maioria dos outros empregos.</p>
<p><strong> 3. Trabalho manual</strong><br />
Trabalhar como pedreiro, carregador ou empacotador em um supermercado podem dar uma sensação de dever cumprido ao final do expediente. A sensação é maior quando se constrói algo, seja uma mesa ou um prédio.<br />
<strong>Conselho:</strong> Faça algum tipo de trabalho manual e você logo vai perceber que é capaz de trabalhar muito mais do que imaginava. Também vai aprender que todo empregado, não importa quão insignificante pareça na escala hierárquica, merece respeito.</p>
<p><strong> 4. Atendimento ao cliente</strong><br />
Conseguir equilibrar as necessidades do cliente e as de um negócio é um dos maiores problemas para os empreendedores. Empregos no setor de atendimento ao cliente vão desde passar o dia ao telefone ouvindo reclamações até lidar com papelada em um escritório. Seja como for, a experiência de responder dúvidas dos consumidores, preencher formulários, lidar com pedidos e reclamações – ajudando os colegas e tentando atingir as metas da empresa, ao mesmo tempo – é inestimável.<br />
<strong>Conselho:</strong> Quando você se tornar um empreendedor, ficará muito grato ao conseguir seus primeiros clientes. Não espere muito tempo para aprender como servi-los da melhor maneira. Um emprego de ritmo frenético, como é o de um call center, é o melhor laboratório para aprender os “sins” e os “nãos” do negócio.</p>
<p><strong> 5. Babá</strong><br />
Não é porque cuidar de dezenas de funcionários será como cuidar de crianças, mas sim porque as babás aprendem a cuidar dos filhos dos outros. Ao cuidar de um bebê ou uma criança pequena, a babá precisa se certificar de que está tudo bem, física e emocionalmente, com o “bem mais precioso” da família.<br />
<strong>Conselho:</strong> Ao tornar-se um empreendedor com dezenas, centenas, talvez até milhares de funcionários abaixo de você, será o mesmo tipo de responsabilidade. O bem estar dos funcionários e de suas famílias depende das suas decisões. Os pais depositam sua confiança nas babás. Seus empregados vão colocar o mesmo nível de confiança em você. Então, garanta que quando essa hora chegar, você estará preparado.</p>
<p><em>Fonte: www.epocanegocios.globo.com</em></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://credicoob.com.br/site/?feed=rss2&#038;p=237</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
