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	<title>Credicoob &#187; foco</title>
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		<title>O que a Bauducco pode te ensinar sobre atendimento ao cliente</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2016 20:59:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O atendimento ao cliente pode ser uma arma muito poderosa para as empresas, mas também um baita tiro no pé. Provavelmente você já ouviu por aí a expressão “customer centricity”, mas você sabe o que ela realmente significa? Em palavras simples e resumidas, podemos traduzir as palavras como o foco no cliente que tantas empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O atendimento ao cliente pode ser uma arma muito poderosa para as empresas, mas também um baita tiro no pé.</em></p>
<p>Provavelmente você já ouviu por aí a expressão “customer centricity”, mas você sabe o que ela realmente significa? Em palavras simples e resumidas, podemos traduzir as palavras como o foco no cliente que tantas empresas buscam. O tema é tão relevante que existem diversas teorias que abordam como entender e atender bem o consumidor para transformá-lo em um verdadeiro fã da sua marca.</p>
<p>Já li diversos livros, assisti palestras de renomados pensadores da área, busquei referências em empresas de diferentes setores, mas acredito na força e simplicidade dos bons exemplos como ferramenta para viralizar uma cultura com foco no cliente e impregnar todos com uma mesma visão. Foi pensando nisso que separei dois exemplos, entre vários possíveis, que presenciei muitas vezes e mudaram minha visão sobre o tema.</p>
<p>Bauducco: foco no cliente e moedas na mão</p>
<p>Vamos voltar até o final dos anos 90 e dar uma espiadinha na Bauducco. Quando as datas comemorativas de maior consumo se aproximavam, como o Natal, todos os colaboradores íam ao mercado ajudar nas vendas, na exposição e reposição de produtos, e, especialmente, para persuadir consumidores indecisos. É verdade que muitos desses colaboradores não queriam passar os finais de semana nas lojas agitadas justo na época que se preparavam para receber o Coelhinho ou o Papai Noel. Para ser sincero, eu era um desses.</p>
<p>Porém, foi ali, nessas visitas, que vi o poder de uma ideia singela e autêntica. Em algumas ocasiões, tive o prazer de ir às lojas com o Massimo Bauducco, neto do fundador e gestor da empresa. Forte sotaque italiano, calvo, carismático, divertido e completamente apaixonado por máquinas de biscoito. Nessas caminhadas aos mais diversos pontos de vendas, dos maiores supermercados à pequenas vendinhas, Massimo sempre levava um saco cheio de moedas. E todas as vezes que via um cliente indeciso na frente da gôndola ou comprando alguma marca concorrente, fazia uma abordagem de imediato e, indignado, tentava convencê-lo da qualidade dos produtos Bauducco.</p>
<p>Ele explicava a forma como os produtos eram fabricados, o cuidado empregado, a qualidade dos ingredientes e o carinho com a produção. Se, após tantas explicações ainda não tivesse sucesso, por conta do preço mais alto, sacava o seu poderoso saco de moedas e dava o valor restante para que o cliente pudesse levar para casa o melhor produto. E isso não era uma atitude de marketing para ganhar prêmio de ação promocional em Cannes. Era uma ação verdadeira por genuinamente acreditar que tinha o melhor produto do mercado e que todos mereciam, ao menos, prová-lo uma vez.</p>
<p>Esse tipo de ação se espalhou rapidamente por toda a empresa e os colaboradores começaram a defender com a mesma ênfase os produtos para amigos, familiares e, muitas vezes, em períodos de folga, passaram a fazer o mesmo durante as suas compras de supermercado, quando avistavam produtos concorrentes nos carrinhos dos clientes “menos informados” ou gôndolas mal arrumadas.</p>
<p><strong>E NÃO HÁ MELHOR ADVOGADO PARA A MARCA QUE OS SEUS PRÓPRIOS FUNCIONÁRIOS, QUE CONHECEM E VIVEM A EMPRESA</strong>.</p>
<p>A defesa que se espalhou foi imbatível! Outro exemplo que pude vivenciar por lá se transformou em ícone de como atender bem um cliente. Vamos aos fatos: Os Waffles quebrados.</p>
<p>Ao lado da fábrica, em Guarulhos, há uma loja para venda dos produtos da marca. Alguns desses são refugo do padrão de qualidade, geralmente por problemas na embalagem ou quebra, mas que são bons para consumo mesmo assim. Esses produtos eram vendidos com um valor residual, em uma embalagem genérica. Um dia, eu estava na loja quando chegou uma senhora pedindo o “saco grande de waffer quebrado”, produto que normalmente era comercializado como aproveitamento de produção fora do padrão. Ela era uma doceira da região e utilizava esses biscoitos para baratear as suas receitas.</p>
<p>Por uma melhoria técnica nos equipamentos e processos de fabricação, não tinha mais disponível essa versão, ou seja, não haviam mais perdas de produção. Ela, muito triste, pediu uma solução, pois isso iria inviabilizar a sua fonte de renda. Ligaram para o Sr. Luigi Bauducco, pai do Massimo, que ficava no prédio ao lado e na mesma hora a sua orientação foi “Quebrem na fábrica os waffers e voltem a oferecer essa opção!”. Fantástico!</p>
<p>Isso deve ser um dos maiores exemplos de como entender e atender um cliente. Nesse caso, pessoalmente fiz com que essa história se espalhasse por toda a empresa e virou mais uma referência de como servir, dentro de uma cultura baseada em valores sólidos, verdadeiros e contagiosos.<br />
Não tem jeito, independente do setor que sua empresa atue, a forma como você faz o atendimento ao cliente pode mudar o rumo do negócio.</p>
<p>No caso da Bauducco, ela conseguiu colaboradores empenhados, consumidores felizes e uma equipe que, além de engajada, acreditava nos valores da empresa e lutava com unhas e dentes para defendê-la. Você até pode pensar que seu negócio está indo bem sem um sistema que foque no atendimento ao cliente, mas, uma hora ou outra, uma senhora pode bater na sua porta pedindo por um saco de Waffer e sua resposta para essa situação vai dizer muito sobre seu negócio.</p>
<p>Fonte: https://endeavor.org.br</p>
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		<title>Vá além! Não pare na pesquisa de mercado.</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2016 13:44:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sabe aquele conceito que você deveria fazer uma pesquisa de mercado? Então, já virou 2.0 também. Pesquisas são pontuais, como ir a uma praça e tirar uma foto. E para você manter um fotografo lá tirando fotos sempre para saber o que está acontecendo de tempos em tempos é caro. Mas nada é mais necessário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Sabe aquele conceito que você deveria fazer uma pesquisa de mercado? Então, já virou 2.0 também.</p>
<p dir="ltr">Pesquisas são pontuais, como ir a uma praça e tirar uma foto. E para você manter um fotografo lá tirando fotos sempre para saber o que está acontecendo de tempos em tempos é caro.</p>
<p dir="ltr">Mas nada é mais necessário do que saber o que seu seu público pensa ou quer. Esta é uma das etapas iniciais do product fit (ou desenho do produto, se você não gosta de English).</p>
<p dir="ltr">Então o que fazer? Na prática, socializar. Mais ou menos assim:</p>
<p dir="ltr"><span style="color: #ff6600;"><strong>1) Aprenda a escutar</strong></span><br />
<span style="color: #000000;"> Sim, muita empresa fala que tem foco no cliente mas acaba fazendo o que os diretores, presidentes e/ou donos querem. Eu tenho foco no cliente porém nunca falei com ele mas eu sei o que ele quer que é isso!</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #000000;">Se sua empresa tem a cultura acima, corte-a. Corte a turma dona da razão e old school. Não há mais lugar para isto no mundo moderno.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #000000;">A primeira forma de fazer é aprender a escutar. Faça uma pergunta aberta e deixe com que o seu público-alvo responda. Não se sinta ofendido com as repostas. Como fazer isto? Através das suas redes sociais. Incentive as pessoas a responderem suas enquetes de forma direta e aberta. Elas vão te ensinar muito. Eu, constantemente, falo com os meus seguidores e aprendo mais com eles que eles aprendem comigo. Depois compartilho o que eu aprendi com todos, fazendo, assim, com que todo mundo ganhe.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #ff6600;">2) Crie sua comunidade</span><br />
</strong>Crie uma comunidade sobre o seu mercado com a assinatura da sua empresa, sua marca. Deixe aberto para as pessoas comentarem e leia com atenção. Se você errar, fale que errou e corrija. Se tiver uma informação relevante sobre seu mercado, divida-a. Assim você terá uma pesquisa a todo momento. Sentirá e lerá o que as pessoas falam sobre seu mercado e você e poderá evoluir sempre.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #000000;">Lembre-se, esteja pronto para evoluir.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #ff6600;"><strong>3) Product fit</strong></span><br />
<span style="color: #000000;"> Quando for lançar um produto, primeiro faça a conta certa de valor. Muita gente esquece de colocar no preço do produto o custo de venda dele (sim, quanto custa o investimento na mídia por produto para que ele seja vendido).</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #000000;">Depois de fazer a conta, criar o valor do seu produto teste sua venda (e diga que está testando).</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #ff6600;">4) Sales Hack it</span><br />
</strong>Depois que o produto foi testado, lançado e a conta está certa, invista para que ele venda cada vez mais e se estabilize no seu mercado alvo, junto ao público. Isto criará comportamento e relacionamento com a empresa e o produto. O resultado disto estará nas comunidades online que você criou.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #ff6600;"><strong>5) Crie conteúdo que inspire</strong></span><br />
<span style="color: #000000;"> Conecte o conteúdo ao produto e faça com que seja emocional. Assim você solidifica o produto como algo bom na vida das pessoas e as vendas recorrentes (que são mais baratas) aumentam.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/fernandoscdias</span></p>
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		<title>Foco !</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2015 20:53:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pense bem: quanto tempo do dia você acha que gasta fazendo coisas realmente importantes e quantas vezes você perde o foco e desperdiça tempo fazendo coisas inúteis ou não tão necessárias? Para tornar seu tempo produtivo e aproveitar o máximo de cada minuto, você precisa aprender a dizer não. Não apenas aos pedidos das pessoas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pense bem: quanto tempo do dia você acha que gasta fazendo coisas realmente importantes e quantas vezes você perde o foco e desperdiça tempo fazendo coisas inúteis ou não tão necessárias?</p>
<p>Para tornar seu tempo produtivo e aproveitar o máximo de cada minuto, você precisa aprender a dizer não. Não apenas aos pedidos das pessoas, mas às atividades que lhe impedem de conseguir melhores resultados.</p>
<p>Millôr Machado, um dos editores do blog Saia do Lugar, escreveu um texto que pode ajudá-lo a dizer não e ser mais eficiente:<br />
Resistência e externalidades, os maiores inimigos da eficiência</p>
<p>Na teoria, trabalhar de forma eficiente é fácil. Você planeja o que quer fazer, vai lá e faz. O problema é que existem 2 fatores que lutam diariamente para te impedir de trabalhar dessa forma.</p>
<p>Um deles tem diferentes nomes, mas gosto bastante do termo “resistência”, popularizado no livro “Guerra da Arte”.</p>
<p>A resistência é aquele medo do fracasso, que te faz enrolar na hora de fazer algo relevante. Por exemplo, quando você está escrevendo um artigo sobre produtividade e fica com vontade de checar seu e-mail (está acontecendo agora comigo), essa é a resistência se manifestando.</p>
<p>Junto com a resistência, temos as externalidades, conhecidas também como distrações. As externalidades se manifestam tanto no ambiente (barulho de carros na rua, ar condicionado muito frio, etc.) quanto nas pessoas te pedindo pequenos favores.<br />
Em termos práticos, a resistência de faz demorar mais tempo em uma tarefa e as externalidades te fazem trabalhar nas coisas erradas. Ou seja, sua eficiência é atacada por todos os lados.</p>
<p>A resistência é difícil de lutar, as externalidades nem tanto. Lidar com a resistência é algo extremamente complicado e precisa do desenvolvimento de alguns hábitos que levam tempo para trazerem resultados. No caso das externalidades, a dica principal é: aprenda a dizer não. Ou pelo menos, não agora.</p>
<p>Quando alguém te pedir um favorzinho, avalie se é algo que realmente vai fazer a diferença. Se for importante, veja se realmente vale a pena atrapalhar o seu planejamento para fazer esse favorzinho.<br />
Um exemplo muito comum é o e-mail. Depois que criei uma pasta “Responder depois” no Gmail a minha sensação de produtividade aumentou muito. Se um e-mail não precisa ser respondido instantaneamente, simplesmente o jogo na pasta “Responder depois” e volto para o que estava fazendo.</p>
<p>Para mim, essa simples tática fez uma diferença gigantesca no meu sentimento de produtividade.<br />
E empresas? Elas podem dizer “não”?<br />
Além do caso pessoal, empresas também recebem constantemente novas ideias e coisas que podem ser bacanas, mas não necessariamente são as mais importantes.</p>
<p>Vale a pena conferir o vídeo a seguir (duração de 3:06) para um exemplo muito claro da importância do foco.<br />
Considerando que em pouco mais de 10 anos depois do vídeo esse cara conseguiu transformar uma empresa quase falida na mais valiosa do mundo, provavelmente ele tem certa razão na sua linha de raciocínio.</p>
<p><a title="Foco é dizer não - Steve Jobs" href="https://www.youtube.com/watch?v=H8eP99neOVs" target="_blank">Foco é dizer não – Steve Jobs</a> (vídeo em inglês)<br />
Conclusão: Defina o que é realmente importante e foque nisso.</p>
<p>Antes de começar qualquer tarefa que você não tinha planejado, avalie o que é realmente importante.<br />
Se fazer um favor para alguém é a coisa mais importante nesse momento, maravilha. Se não for, aprenda a dizer “não” ou “não agora”.</p>
<p>Fonte: Sebrae</p>
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		<title>3 maneiras fáceis de deixar seus funcionários felizes.</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Sep 2013 12:37:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ São Paulo &#8211; A maioria dos gestores sabe que, se seus funcionários estão felizes, eles também são mais produtivos. O desafio é como fazê-los felizes mesmo em cenários em que palavras como promoções e aumentos são abolidas temporariamente do dicionário da empresa. De que maneira realista, então, é possível ter uma equipe formada por pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong>São Paulo &#8211; A maioria dos gestores sabe que, se seus funcionários estão felizes, eles também são mais produtivos. O desafio é como fazê-los felizes mesmo em cenários em que palavras como promoções e aumentos são abolidas temporariamente do dicionário da empresa.</p>
<p>De que maneira realista, então, é possível ter uma equipe formada por pessoas otimistas e contentes com o que fazem? Fátima Motta, professora doutora do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM, explica como chegar lá por meio de 3 caminhos bem simples:</p>
<p><strong>Foque menos nos resultados e mais nas pessoas:</strong></p>
<p>Por falta de tempo, e algumas vezes de amadurecimento para gerir pessoas, é comum que os líderes de equipes deixem de lado seus funcionários e passem a controlar apenas os números, métricas e resultados. Um investimento que pode trazer retornos rápidos, mas nem um pouco sustentáveis a longo prazo.</p>
<p>“É preciso que os gestores entendam que conhecer suas habilidades, bem como as dos membros de sua equipe, é o maior investimento que ele pode fazer para conseguir os resultados exigidos pela empresa e para ele se desenvolver como líder”, diz Fátima.</p>
<p><strong>Saiba onde eles querem chegar e diga como:</strong></p>
<p>Sem conhecer sua equipe, grande parte dos gestores peca em não alinhar as expectativas da empresa com a de seus funcionários. Mas como cada profissional do time tem um sonho, um objetivo profissional, é preciso que os gestores conheçam bem essas pessoas para saber como ajudá-las a chegar onde elas querem e, assim, cumprir sua missão de desenvolvê-las, com base no desempenho e nas metas individuais delas.</p>
<p>“O gestor precisa mostrar a ela quais competências ela precisa desenvolver, no que ela precisa melhorar e onde já avançou para chegar a esse objetivo”, afirma a professora. “Sabendo que há um caminho claro para crescer na empresa, o funcionário se sente motivado a perseguir seus sonhos, fazer o seu melhor”, diz ela. Essa troca só faz sentido se a empresa ou a área tiver regras claras e justas de desempenho e também se houver espaço para que os funcionários falem abertamente sobre o assunto.</p>
<p><strong>Incentive o cooperativismo:</strong></p>
<p>Muitas empresas preferem avaliar os funcionários por meio de metas individuais, sem pensar no risco de instaurar um clima de guerra interna. “Os objetivos individuais não motivam o trabalho em grupo”, diz Fátima.</p>
<p>O ideal, segundo ela, é que o gestor estabeleça objetivos mistos para fazer com que a equipe entenda que é preciso ter a colaboração de todos para chegar às metas. Assim, em vez de favorecer apenas os que cumprem o estabelecido custe o que custar, o líder consegue avaliar também os que cumprem seus objetivos, sem deixar de ajudar os demais colegas a atingirem os resultados – que, afinal, é da área como um todo.</p>
<p>“Quando a pessoa faz parte de uma equipe mais agradável, mais leve e unida, é fato que as pessoas se comprometem mais e também se sentem mais felizes. Excesso de medo só atrapalha o profissional e, por consequência, o gestor e a empresa”, afirma a professora.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/">http://exame.abril.com.br</a></p>
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		<title>O misterioso mundo das mensagens subliminares.</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 23:41:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Você já deve ter escutado que elas têm o objetivo de influenciar o processo de decisão nas compras e até o nosso comportamento. Mas será que o direito de escolha pode ser realmente afetado? Você está bem confortável na poltrona do cinema e, de repente, vem uma forte vontade de beber um determinado refrigerante. Posteriormente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Você já deve ter escutado que elas têm o objetivo de influenciar o processo de decisão nas compras e até o nosso comportamento. Mas será que o direito de escolha pode ser realmente afetado?</h2>
<p>Você está bem confortável na poltrona do cinema e, de repente, vem uma forte vontade de beber um determinado refrigerante. Posteriormente, tem conhecimento de que, ao longo do filme, foram exibidas imagens incentivando o consumo da bebida sem que você percebesse.</p>
<p>Outro dia, decide visitar algumas lojas para comparar preços. Mas, inesperadamente, a sua compulsão de compra aumenta na primeira loja visitada. O artifício desta súbita vontade está na música ambiente, que sussurra frases inaudíveis do tipo &#8220;Compre o que gostou&#8221;.</p>
<p>Parece até filme de ficção científica, mas há quem acredite na força das mensagens abaixo do limiar da percepção, as chamadas mensagens subliminares. Dizem que elas têm o poder de ditar comportamentos, aumentar o consumo de determinados produtos ou, em resumo, manipular mentes.  Este é um tema, sem dúvida, controvertido e polêmico, que não consegue ser descartado cientificamente e que, volta e meia, vem à tona apresentando experiências de cair o queixo.</p>
<h4>Contextualizando</h4>
<p>A utilização desse tipo de mensagem é muito mais antiga do que podemos imaginar.  “O conceito existe desde os gregos, citado por Demócrito (400 a.C.), Epicuro e outros filósofos. As pesquisas iniciaram-se na área da Medicina, em Psiquiatria, na qual experimentos eram conduzidos em laboratório com grupos de controle em universidades da Europa. Mas, somente com o caso Vicary, no século 20, o conceito foi incorporado ao vocabulário da mídia e popularizado até a banalização”, explica o professor da UNESP Flávio Calazans, doutor pela USP e a maior autoridade brasileira sobre o tema.</p>
<p>O professor se refere a um dos mais conhecidos eventos relacionados ao assunto. Nele, o gerente de Marketing e publicitário Jim Vicary influenciou o comportamento de uma plateia de cinema durante a projeção do filme “Picnic”, em 1956. Com um taquicoscópio (espécie de projetor de slides), ele veiculou mensagens com as frases “Drink Coke” e “Eat Pop Corn”, de forma rápida demais para ser percebida conscientemente. A projeção do slide na velocidade de 1/3.000 de segundo, sobreposto ao filme, fez com que a repetição do sinal subliminar causasse efeitos no subconsciente do público. Apesar de a experiência não ter dados exatos ou rigor científico, observou-se um aumento de 57,7% nas vendas do refrigerante e de 18,10 % da pipoca.</p>
<h4>Efeitos e defeitos</h4>
<p>Para o professor Calazans – que estuda há 20 anos a propaganda subliminar multimídia – é possível encontrar esse tipo de mensagem em diferentes formas de comunicação. Existem provas de que ela funciona como, por exemplo, os efeitos bioquímicos da exposição a cenas com violência, apoiadas pelas teses de Kenji Toma. Nele, “há relação entre o hormônio testosterona e os impulsos psicológicos agressivos como resultante da exposição a filmes cinematográficos violentos”, explica o professor, que chama o processo de Biomidiologia.</p>
<p>Em contraposição, de acordo com a psicóloga e publicitária Thays Babo, não há muitos estudos publicados que comprovem a ligação entre percepção subliminar e persuasão. “Não sei se é de interesse que isso seja comprovado publicamente, já que é um recurso poderoso para as propagandas. Seria preciso impedir que houvesse esse tipo de mensagem veiculada”, comenta a psicóloga.</p>
<p>De acordo com ela, nem tudo o que queremos está consciente para nós. “Acredito que seja possível induzir ao consumo de algo que não se desejava inicialmente, ou não com muita intensidade. Mas, não necessariamente, a algo repulsivo. Contudo, se a consciência estiver alterada, é muito mais fácil induzir um comportamento, dependendo da situação – por exemplo, em grupo, em momentos de extrema tensão etc.”, explica Thays.</p>
<p>A opinião também é compatilhada pelo psicoterapeuta Alessandro Vianna. “Se as censuras e limites não forem bem claros na formação da personalidade, a pessoa pode ter algumas atitudes estimuladas por essas mensagens”, alerta. De acordo com Alessandro, essas mensagens estão em toda parte. “Para se ter uma ideia, nossos olhos captam cerca de um milhão de informações visuais diariamente. É praticamente impossível uma pessoa ‘normal’ digerir todo esse bombardeio de imagens vindas da sociedade, da natureza, da família, sem ser influenciado diretamente por mensagens subliminares”, adverte o psicoterapeuta.</p>
<h4>Você está escutando isso?</h4>
<p>Efeitos subliminares relacionados ao som também são amplamente debatidos e sua real funcionalidade é constantemente colocada à prova. Algumas correntes indicam que é possível encontrar mensagens demoníacas e de apelo sexual em músicas tocadas ao contrário, técnica conhecida como backward masking. Porém, não há nada que comprove cientificamente que o ser humano seja capaz de captar esse tipo de mensagem às avessas.</p>
<p>Recentes estudos realizados pela Northwestern University apontam, no entanto, que, ao colocarmos sons enquanto dormimos, estes podem ajudar no processo de consolidação das nossas memórias, inclusive das lembranças do que aprendemos. Nessa pesquisa, voluntários observaram 50 imagens, com respectivos sons, mostradas em sequência numa tela.  Ao dormirem, metade dos voluntários foi exposta aos mesmos sons quando entraram na fase de ondas cerebrais lentas, em que o sono é mais profundo.</p>
<p>A percepção da memória mostrou-se surpreendente. &#8220;Nossos resultados indicaram que informações recebidas durante o sono podem influenciar a memorização. Isso não significa que seja possível aprender qualquer coisa dormindo. Além disso, o aprendizado noturno exige que a pessoa tenha contato prévio, acordada, com o que deseja aprender”, conclui o estudo, que confirmou uma descoberta similar feita por neurologistas alemães.</p>
<h4>Merchandising editorial</h4>
<p>Com a crescente evolução do tema e suas possibilidades positivas e negativas, algumas correntes começaram a questionar tipos de publicidade que, apesar de vistos como lícitos e comumente praticados, podiam estar usando os artifícios subliminares – entre eles, o próprio merchandising editorial. “Ocorre que nem sempre o consumidor está disposto a atribuir credibilidade aos anúncios ostensivos, declaradamente comerciais. Isso porque ele raciona e ativa mecanismos psíquicos de autodefesa em face da mensagem persuasiva publicitária”, explica Calazans.</p>
<p>Com isso, passou-se a buscar a utilização de publicidade dentro de novelas e filmes, num clima de neutralidade e dissimulação, onde é mais fácil a penetração de um produto a ser consumido. Nesse caso, o merchandisingeditorial geralmente não dura mais de três segundos, a fim de não virar propaganda explícita.</p>
<p>De acordo com o publicitário Gustavo Bastos, da agência 11:21,  que atua na produção de anúncios em diversas mídias, “o que pode ser considerado como mensagem subliminar hoje é a presença de uma marca ligada a um personagem de um filme de maneira tão natural que o consumidor é influenciado sem perceber. Dois exemplos claros disso são a propaganda de cigarros nos filmes americanos da década de 1940 até 1970, e o carro do 007”. Para Gustavo, “esse tipo de mensagem pode influenciar o comportamento apenas se o produto combinar com o personagem”. Inclusive, ele conta que já fez um comercial de TV que brinca com o tema veja no link: http://www.youtube.com/watch?v=Co7Kw-7fx64</p>
<p>Polêmicas à parte, há quem acredite no poder educativo do merchandising. Os Correios conseguiram registrar uma diminuição de 30% no envio de cartas mal endereçadas no país a partir da abordagem do assunto numa novela da rede Globo, na qual uma carta importante não conseguia chegar ao seu destinatário, alterando o desfecho da historia.</p>
<p>Entretanto, esse tipo de publicidade encoberta, para uma corrente científica, não é subliminar, pois os sons e imagens são percebidos de forma consciente pela audiência. Inclusive, é possível até a rescisão do contrato entre empresa e veículo de comunicação, caso o produto não apareça por tempo suficiente para ser identificado.</p>
<p>Flavio Porto, publicitário e um dos sócios da agência Kindle, especializada em comunicação digital, defende essa tese e acredita que nem tudo pode ser considerado subliminar. “Tudo depende da forma como é inserido. O tosco e muito direto jamais será subliminar, como vemos em algumas novelas e reality shows. O subliminar é percebido como sofisticado e mexe com sentidos e percepções”, afirma.</p>
<p>O tema que, para muitos, é uma lenda urbana e, para outros, uma realidade inquestionável, deve estar sendo constantemente lembrado para que o direito de escolha do consumidor não seja afetado. Acreditando ou não em seus efeitos, é bom, pelo menos, ficar mais atento nos próximos anúncios da TV. Que tal, então, beber um refrigerante agora?</p>
<blockquote><p><em><strong>Legislação<br />
</strong></em>No Brasil, não existe nenhuma lei que proíba expressamente qualquer modalidade de propaganda subliminar. Em casos assim, é proposto que se aplique o artigo 20 do Código de Ética dos Publicitários, que declara que as mensagens devem ser ostensivas e assumidas, assim como também o artigo 36 do Código de Defesa do Consumidor, que proíbe anúncios disfarçados. Já na União Européia e nos Estados Unidos, há legislação proibindo alguns gêneros de subliminares.</p></blockquote>
<blockquote><p>Fonte: www.administradores.com.br</p></blockquote>
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