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		<title>6 ideias para empreender em 2019</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Feb 2019 20:50:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ano de 2017 encerrou com a economia apresentando crescimento em 1%, segundo informações divulgadas pelo IBGE. O que sinalizou um cenário de recuperação econômica neste ano de 2018. Porém, ainda tem sido um período de muita resiliência. O momento ainda tem cobrado perspicácia dos empreendedores, devido à redução de crédito no mercado e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2017 encerrou com a economia apresentando crescimento em 1%, segundo informações divulgadas pelo IBGE. O que sinalizou um cenário de recuperação econômica neste ano de 2018. Porém, ainda tem sido um período de muita resiliência.</p>
<p>O momento ainda tem cobrado perspicácia dos empreendedores, devido à redução de crédito no mercado e de uma retomada gradual do consumo, o que não deixa de representar um ano muito bom para empreender, visto os avanços econômicos.</p>
<p>No entanto, o Brasil ainda terá pela frente um pouco mais de dois anos para que todas as perdas sejam recuperadas. Isso significa que o país só voltará a crescer efetivamente em 2021. Mas, até lá, os potenciais empreendedores terão muitas oportunidades para investir!</p>
<p>Pensando nisso, levantei algumas ideias de negócios para você já começar a considerar para 2019.</p>
<p><strong>No que empreender: os setores mais procurados</strong></p>
<p>Os setores que serão apresentados a seguir são as grandes apostas deste ano, mas que poderão continuar em alta em 2019 se considerarmos o fato de que o mercado não muda de forma tão drástica de um ano para o outro.</p>
<p>Portanto, quer empreender em 2019? Vale a pena considerar também os empreendimentos que mais estão fazendo sucesso em 2018 e que ainda têm muito a crescer a longo prazo.</p>
<p>O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) fez um levantamento das ideias mais procuradas pelos brasileiros para se empreender e notou uma tendência: os setores de serviços e o alimentício são as grandes apostas para quem busca deixar o cenário de crise para trás e tomar as rédeas da sua carreira.</p>
<p>Mas por quê? Além de apresentarem demanda constante, mesmo em tempos de crise, os dois setores não requerem grandes complexidades na hora de se dar o passo inicial e abrir a própria empresa. O setor de serviços demanda baixíssimos investimentos na abertura do negócio.</p>
<p>Nesse sentido, olhe com atenção para as áreas que atendam necessidades básicas de reparações, ou mesmo serviços especializados que permitam reduzir os custos operacionais de outras empresas, como as consultorias. Quem optar por esse caminho terá grandes chances de prosperar.</p>
<p>No mais, na hora de pensar em abrir uma empresa pense se a sua ideia irá, de fato, solucionar problemas que não estão sendo devidamente resolvidos por outras empresas. É na necessidade de mercado que surgem grandes oportunidades</p>
<p><strong>No que empreender no ramo alimentício<br />
</strong><br />
Dentro do setor alimentício há muitas possibilidades para empreender e abrir um negócio. Trata-se de um ramo que sempre está em alta! Abaixo, alguns exemplos mais procurados no Sebrae e que podem ser ótimos caminhos para você em 2019:</p>
<p><strong>FoodTruck</strong><br />
É a lanchonete móvel mais popular dos últimos tempos. Os foodtrucks são meios práticos e versáteis de se oferecer uma refeição rápida e volante onde quer que esteja o seu público. Um ramo que tem crescido muito no Brasil, tanto pela sua versatilidade, quanto pelas formas de se inserir no mercado.</p>
<p>Seja em foodparks fixos ou em eventos itinerantes, os foodtrucks demandam apenas duas coisas para se darem bem: boas ideias e muito sabor. A dica para quem pretende entrar nesse ramo é pensar de que forma pode se diferenciar do que já é oferecido hoje.</p>
<p>Criar uma marca pessoal, um tempero único, um jeito diferente de se servir pratos clássicos.. Enfim, a criatividade e habilidades culinárias serão fundamentais para o sucesso neste ramo.</p>
<p>E não se esqueça que a estilização do truck também contribuirá na hora de atrair o cliente. O design ajuda a atrair público, mas será a superioridade do prato servido que o fará voltar, ou recomendar o seu truck para os demais.</p>
<p><strong>Lanchonete</strong><br />
Agora se o seu estilo não é tanto itinerante, mas acredita no potencial do setor alimentício, então a opção é investir em uma lanchonete. Popular nos quatro cantos do mundo, as lanchonetes são a versão de serviço alimentício mais simples de se abrir.</p>
<p>Pesquisa do Sebrae mostra que o ramo da alimentação é o segundo maior gasto do brasileiro, perdendo apenas para os gastos com habitação.</p>
<p>Identifique uma demanda em potencial para seu negócio. Crie receitas diferenciadas para pratos clássicos. Assim como os foodtrucks, é preciso investir na criatividade como forma de se diferenciar da maioria.</p>
<p>Todos que investem em alimentação precisam ter em mente que a fidelização do cliente vem pela aceitação das receitas. Portanto, escolha insumos de qualidade, invista na formação de uma equipe com aptidão pela cozinha e preze pelo bom atendimento.</p>
<p><strong>Distribuição de comidas prontas</strong><br />
Mais uma forma de lucrar no ramo alimentício: a distribuição de comidas prontas, ou como ficaram popularmente conhecidas: marmitas. Para ter sucesso neste tipo de empreendimento, desenhe seu plano de negócios buscando um valor agregador à refeição: ingredientes orgânicos, sem glúten (lowcarb), comida caseira.</p>
<p>Ou seja, desenvolva o segmento que pretende atender para desenvolver receitas saborosas e originais dentro deste segmento.</p>
<p>Outra ponta importante para se pensar é na logística de distribuição. Estipular um prazo diário para receber as encomendas é fundamental para se ter tempo de se traçar um itinerário ágil e que gaste menos combustível.</p>
<p>Lembrando que as pessoas esperam receber suas comidas quentes, frescas e em bom estado. Marmitas amassadas, remexidas pelo transporte, não são bem vistas.</p>
<p><strong>6 ideias prósperas para empreender em 2019<br />
</strong><br />
Bom, e caso você queira trabalhar com um negócio totalmente fora do setor alimentício, mas não sabe exatamente no que empreender, vale a pena conferir as ideias listadas abaixo. Talvez você se identifique e tenha insights poderosos para o seu futuro empreendimento. Confira:</p>
<p><strong>1. E-commerce</strong><br />
O comércio eletrônico se mostrou a modalidade mais eficiente de investimento para quem quer oferecer produtos, mas não dispõe de condições para abrir uma loja física. É preciso conquistar um domínio na internet e um software de gerenciamento de pedidos para dar os primeiros passos.</p>
<p>Depois, colocar em prática sua visão estratégica para anunciar promoções em sites populares que possam levar os internautas até a sua página. O mesmo drama vivido pelas lojas físicas também é compartilhado no ambiente virtual: a captação de clientes. A vantagem da loja virtual é que, neste caso, seu cliente pode estar em qualquer lugar do globo, bastando estar conectado à internet, para chegar à sua loja.</p>
<p>A presença virtual também permite que sua loja funcione 24 horas por dia e atenda clientes de locais distantes do seu canal de distribuição. Os valores com o frete devem ser levados em consideração na composição dos preços aplicados. O crescente número de usuários brasileiros na internet ajudam a atrair a atenção para as lojas virtuais.</p>
<p><strong>2. Consultoria</strong><br />
Agora se suas habilidades estão mais concentradas na expertise profissional de algum determinado assunto como contabilidade, administração, área jurídica, ou demais especialidades, você é um forte candidato a atuar como consultor para empresas do mercado que precisam alavancar pontos que você domina.</p>
<p>Ao invés de ingressar na empresa como um colaborador, você pode se tornar um prestador de serviços especializado em diagnóstico e elaboração de planos de negócios. Uma forma de adquirir experiência em diversas empresas, ao invés de ficar restrito a uma única corporação.</p>
<p>O consultor tem o papel de propor soluções, desenhar novos formatos de ações perfeitamente aplicáveis ao dia a dia da empresa e oferecer o treinamento para que suas ideias saiam do papel.</p>
<p>Com as informações coletadas, o consultor desenvolve, implanta e viabiliza um projeto de desenvolvimento empresarial de acordo com as necessidades específicas de cada cliente. Não há necessidade de se investir na abertura de um escritório físico, visto que é uma atividade que pode ser desenvolvida via home office.</p>
<p><strong>3. Distribuidora de bebidas<br />
</strong><br />
Agora se as suas habilidades culinárias não lhe permitem investir no ramo alimentício, o setor de bebidas é bastante atrativo pelos mesmos motivos: não apresentam redução da demanda.</p>
<p>O setor de distribuição de bebidas tem crescido, assim como o seu público. Um ramo que coloca em prática sua habilidade de negociação com fornecedores, para que possa oferecer preços finais mais atrativos aos seus clientes.</p>
<p>A variedade de bebidas não alcoólicas e alcoólicas permitem um mix amplo de produtos. Buscar empresas que mantêm plantas industriais mais próximas a você ajuda bastante no cumprimento de prazos.</p>
<p>Importante focar no treinamento da equipe de atendimento, para que possam ir além dos pedidos do cliente, e passem a sugerir produtos complementares ao entenderem o propósito das compras.</p>
<p><strong>4. Clubes de Assinaturas</strong><br />
Segundo a Associação Brasileira dos Clubes de Assinatura, o Brasil já apresentava 350 empresas desse formato em 2017. A Netflix é um ótimo exemplo desse modelo de negócio que não para de crescer em todo o mundo.</p>
<p>Não se trata de um negócio recente, se considerarmos que revistas e jornais já trabalhavam com a assinatura há muito tempo. No entanto, os avanços da tecnologia e a internet possibilitaram novos moldes a este tipo de serviço.</p>
<p>Por meio dos clubes de assinatura é possível adquirir produtos de beleza, itens para pets, alimentos saudáveis, livros, bebidas… Existe um leque de possibilidades, tanto para quem oferta, quanto para quem assina.</p>
<p>No Brasil, o maior exemplo deste tipo de negócio é a Tag Livros, que já possui mais de 24 mil clientes. Para investir em um clube de assinatura, um dos pontos mais importantes a serem pensados é a adoção de um sistema de logística eficiente, possibilitando a entrega dos produtos a domicílio.</p>
<p><strong>5. Economia Compartilhada</strong><br />
Trata-se de um modelo de negócio que, segundo a Consultoria PwC, movimentará 335 bilhões de dólares em 2025 em todo o mundo. É um ramo aberto à inovação e tecnologia, colocando-se como um modelo em expansão.</p>
<p>No Brasil e no mundo, a Uber é um grande exemplo de que a economia compartilhada pode ser lucrativa. É uma boa aposta para os empreendedores, pois há um mercado com grande quantidade de serviços e produtos a serem oferecidos, que demanda investimentos muitos baixos.</p>
<p>A economia compartilhada é um estilo de vida, que tem como principal foco compartilhar bens, serviços, tempo, espaço, dentre outras coisas.</p>
<p><strong>6. Beleza</strong><br />
O segmento da beleza é uma ótima aposta para 2019, pois se trata de um ramo que sempre alcança bons resultados, mesmo em momentos de crise econômica. Isso porque dificilmente os consumidores de produtos e cosméticos deixam de comprá-los.</p>
<p>Também é um mercado aberto à inovação, a novos produtos, maquiagens, cosméticos e à tecnologia. Mas como assim? Bom, a tecnologia pode ser tanto utilizada na hora de comercializar estes itens, quanto estar presentes neles.</p>
<p>Como exemplo, temos as bases de cobertura facial que se adaptam à cor da pele dos consumidores, além dos produtos de limpeza facial que limpam, tonificam e hidratam a pele. São cosméticos multifuncionais, que oferecem muitas soluções em um só e que conquistam muito mais clientes.</p>
<p>Sem dúvidas, o mercado da beleza é um dos melhores ramos para se investir e abrir um negócio. E a tendência é que ele cresça cada dia mais.</p>
<p><strong><span style="color: #3366ff;">Características comuns a todos os empreendedores</span><br />
</strong><br />
Independente da área que se escolha para empreender, lembre-se de seguir os seguintes passos:</p>
<p>Realizar um estudo de mercado;<br />
Elaborar um plano de negócio, contemplando todas as etapas de desenvolvimento da sua ideia;<br />
Fortalecer o networking;<br />
Estudar meios de se tornar conhecido;<br />
Buscar aconselhamento financeiro e contábil;<br />
Acompanhar de perto o desenvolvimento do seu negócio.</p>
<p><strong>E então, já sabe no que empreender em 2019?</strong></p>
<p>Fonte editado: https://blog.ipog.edu.br</p>
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		<title>Qual é o estágio do seu negócio (e que cuidados ele exige)?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2016 19:45:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As dores do crescimento são reais em qualquer estágio de uma empresa – mas onde focar sua atenção? Ao identificar o estágio de “maturidade” da sua empresa, você poderá entender melhor os desafios que deverão ser enfrentados em cada fase, bem como as prioridades que deverão ser estabelecidas. A determinação destes fatores auxilia no desenvolvimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333399;"><strong>As dores do crescimento são reais em qualquer estágio de uma empresa – mas onde focar sua atenção?</strong></span></p>
<p>Ao identificar o estágio de “maturidade” da sua empresa, você poderá entender melhor os desafios que deverão ser enfrentados em cada fase, bem como as prioridades que deverão ser estabelecidas. A determinação destes fatores auxilia no desenvolvimento de um projeto de crescimento.</p>
<p>O não reconhecimento deste momento pode levar os empreendedores a descrições precipitadas ou mesmo comprometer o crescimento e perpetuidade do negócio.</p>
<p>De uma maneira geral, existem quatro fases no desenvolvimento de uma empresa:<br />
(i) start up;<br />
(ii) emergente;<br />
(iii) em evolução e (iv) madura.</p>
<p>A seguir, abordamos algumas das características de cada fase e os principais cuidados a serem tomados.</p>
<p><strong><span style="color: #333399;">START UP OU EMPRESA EM ESTÁGIO INICIAL</span><br />
</strong><br />
Empresas nesta fase têm como foco principal a sobrevivência. As decisões estão concentradas em uma ou poucas pessoas, geralmente o fundador. As metas e objetivos têm um horizonte de curto prazo. Nesta fase, um dos principais focos é a atração de talentos. A contabilidade está principalmente focada no atendimento das obrigações fiscais e tem pouca ou nenhuma conexão com a gestão do negócio. O fundador geralmente é a principal fonte de financiamento e seus bens são a principal garantia destes recursos.</p>
<p>Nesta fase, as principais armadilhas estão relacionadas a uma estrutura de capital e custo financeiro desalinhados com o prazo e retorno do negócio – por exemplo, fontes de financiamento caras e de curto prazo.</p>
<p><strong><span style="color: #333399;">EMERGENTES OU EM FASE DE INOVAÇÃO E CRESCIMENTO</span><br />
</strong><br />
Superada a fase de sobrevivência, não menos do que um ano, a principal preocupação está com a estabilização do modelo de negócio e padronização dos processos de negócio. Agora há o envolvimento de clientes e fornecedores nas decisões, podendo ocorrer mudanças ou aperfeiçoamento do produto ou serviço. A gestão do negócio passa a utilizar uma ferramenta de TI, ainda que não necessariamente alinhada com os números contábeis. O horizonte já considera metas e planos de médio prazo e o foco agora é a retenção de talentos. A contabilidade agora passa a ter um alinhamento com a tesouraria e já há um acesso ao financiamento via bancos de fomento.</p>
<p>Talvez aqui ocorra o primeiro estresse do modelo tributário. Conforme crescem suas operações, algumas decisões equivocadas geram um volume importante de contingências e podem comprometer a perpetuidade do modelo de negócio. Entre elas, dissolver a opção do sistema de tributação pelo Simples Nacional entre vários CNPJs ou contratar grande volume de PJs para evitar encargos trabalhistas são altamente contra-indicados.</p>
<p><strong><span style="color: #333399;">EM EXPANSÃO OU ESTABELECIDAS</span><br />
</strong><br />
Neste momento, o relacionamento entre sócios e demais agentes passa a requerer uma governança corporativa, surgindo instrumentos como acordo de acionistas, de família, formação de comitês, dentre outros. Esta fase requer um plano de negócios mais elaborado, inclusive com a identificação e gestão dos riscos inerentes ao negócio. O aspecto pessoas, principalmente no que se refere ao desenvolvimento do seu potencial, adquire uma maior relevância. A visão de longo prazo e perpetuidade adquire um peso maior. Os instrumentos de financiamento se sofisticam e investidores privados, fundos de private equity ou investidor institucional passam a fazer parte do leque de opções de financiamento do crescimento.</p>
<p>Talvez este seja um dos momentos de maior estresse para o empreendedor que passa a ver seu empreendimento como um filho que chega à adolescência. Um erro comum é o de subestimar a capacidade de crescimento da empresa e ampliação de valor via a entrada de um investidor. Neste momento, a preparação passa a ter um peso maior. A avaliação da entrada de um investidor deve ser precedida de uma análise SWOT das principais fraquezas e oportunidades de ganho de valor antes da admissão deste novo sócio.</p>
<p><span style="color: #333399;"><strong>MADURAS<br />
</strong></span><br />
O modelo de gestão e governança corporativa já se encontram consolidados. Já há um sistema de TI sofisticado e estratégico. A estratégia e plano de negócios estão bem definidos. Há um controle eficiente da operação e dos riscos. No RH, há um foco na retenção de talentos (programas de desenvolvimento). No capitulo também de governança, há a preparação da companhia para atendimento das obrigações regulatórias (balanços auditados). Nesta fase, é feita uma avaliação do acesso ao mercado de capitais.<br />
Mesmo nesta fase há riscos associados. Independentemente do acesso ao mercado de capitais, o foco deve permanecer no crescimento e perpetuidade.</p>
<p>Fonte https://endeavor.org.br/estagio-empresa/</p>
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		<title>Gestão de metas: Como implementar a metodologia OKR?</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2016 13:21:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nós temos um objetivo com este artigo, caro leitor: fazer com que você entenda a metodologia de OKR (Objectives and Key Results) e que isso te ajude a aplicá-la em sua organização. Faremos isso através de um texto de até 800 palavras, utilizando uma linguagem informal e direta ao ponto, trazendo exemplos para ilustrar o que queremos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nós temos um objetivo com este artigo, caro leitor: fazer com que você entenda a metodologia de <strong>OKR (Objectives and Key Results)</strong> e que isso te ajude a aplicá-la em sua organização. Faremos isso através de um texto de até 800 palavras, utilizando uma linguagem informal e direta ao ponto, trazendo exemplos para ilustrar o que queremos transmitir. Simples assim.</em></p>
<p>Acredite ou não, acabamos de definir um OKR. Incrível, não? Eles devem ser sempre assim, simples o suficiente para que você os entenda e se sinta entusiasmado a alcançá-los. Agora que temos nosso objetivo estabelecido, vamos ao que interessa. Quais são os passos para a implementação de um sistema eficaz de OKRs?</p>
<p><strong>1. Entender que OKRs são parte da cultura da Empresa.</strong></p>
<p>Uma cultura de OKR se estabelece quando há um interesse real de uma empresa em estabelecer um processo estruturado para o alcance das metas. Imaginamos que ao ler a palavra “cultura”, alguns pensamentos negativos do tipo “minha empresa não está preparada para isso” ou “não sei por onde começar” possam ter vindo à sua mente. Não se preocupe se isso aconteceu, o Google também passou pela mesma situação no início. Inclusive, essa metodologia foi implementada quando o Google ainda não era o “Google”. Apenas um grupo de profissionais no primeiro ano de nascimento da empresa, mostrando que é possível sim que qualquer empreendimento possa estruturar seus OKRs, independente de seu tamanho.</p>
<p><strong>2. Entender que OKRs ajudam a classificar o que é prioridade.</strong></p>
<p>OKRs nada mais são do que um conjunto de objetivos inter-relacionados que, alcançados de forma individual ou coletiva, vão contribuir para os objetivos macro de uma organização. Dessa forma, eles são vitais para que o profissional entenda o seu escopo de trabalho e saiba onde direcionar seus esforços e onde não gastar energia. Podemos afirmar sem medo de errar que uma gestão objetiva de OKRs eleva a produtividade e reduz de forma grandiosa o tão temido stress no ambiente de trabalho. Além disso, ao produzir mais, a auto estima do funcionário aumenta, reduzindo problemas relacionados à saúde e falta de motivação. Ou seja, todos ganham.</p>
<p><strong>3. Entender que OKRs são mensuráveis e devem ser simples.</strong></p>
<p>Parece óbvio, mas não é. OKRs devem ser bem objetivos e existe uma regra de ouro para criá-los: (a) todos devem, obrigatoriamente, conter números. (b) todos devem ser mutualmente acordados entre gestor e profissional. (c) cada pessoa deve possuir, no máximo, 5 objetivos macro com 4 resultados chave para cada objetivo macro. (d) ao menos 60% dos objetivos devem ser definidos bottom up, ou seja, pelo próprio profissional que trabalhará neles (falaremos disso no próximo item).</p>
<p><strong>4. Entender que OKRs seguem duas vias: Top Down e Bottom up.</strong></p>
<p>Isso é muito importante e gostaríamos de enfatizar. O modelo tradicional de formação de objetivos é feito exclusivamente de cima pra baixo, muitas vezes acordados em reuniões de diretoria, sem envolvimento de todo o grupo de funcionários. Nós trabalhamos com uma proposta diferente: 40% são OKRs definidos por nossos Vice Presidentes e Diretores, que nos passam a direção, enquanto 60% são OKRs definidos por cada indivíduo na empresa, que define como será o caminho. Para exemplificar, seria como o presidente de um clube de futebol definisse em seu OKR a meta de “ser campeão brasileiro de futebol da série A”, e o técnico desse clube, ao receber 40% desse OKR (a direção é ser campeão), define os 60% faltantes que devem ser feitos para isso acontecer: “importar táticas consagradas da Europa, contratar jogadores de peso, etc.”. Como você pode ver, o presidente não deve pensar em detalhes de como o clube será campeão, mas ele deve garantir que há alguém pensando no que deve ser feito para que isso aconteça. O mesmo raciocínio serve para qualquer organização. Além disso, se você planeja elevar o engajamento dos profissionais de sua organização, experimente envolvê-los no processo de elaboração de objetivos e se surpreenda com os resultados.</p>
<p><strong>5. Entender que OKRs são públicos para toda a empresa e promovem o engajamento de todos.</strong></p>
<p>A ideia de gerenciar OKRs não públicos soa tão ineficaz quanto ler um livro no escuro. Manter a cultura de OKRs viva é uma tarefa de todos, e internamente todos os Googlers (termo utilizado a quem trabalha no Google) registram seus OKRs trimestrais em nossa intranet, tornando-os acessíveis a qualquer interessado. Ao fazer isso cria-se um sentimento de engajamento ao perceber que todos os objetivos estão relacionados tanto verticalmente quanto horizontalmente, dando-nos a percepção de que caminhamos todos no sentido certo, como um grande time.</p>
<p>Fonte: https://endeavor.org.br</p>
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		<title>Como implantar um sistema de gestão de desempenho na sua empresa em cinco passos</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 23:09:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um dos principais desafios para o setor de Recursos Humanos das empresas é desenvolver e implantar um sistema de gestão de desempenho eficaz que possa mensurar a entrega dos profissionais e seu perfil comportamental. E que, além disso, este sistema se torne um importante instrumento para trazer informações que orientem a organização rumo a suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos principais desafios para o setor de Recursos Humanos das empresas é desenvolver e implantar um sistema de gestão de desempenho eficaz que possa mensurar a entrega dos profissionais e seu perfil comportamental. E que, além disso, este sistema se torne um importante instrumento para trazer informações que orientem a organização rumo a suas metas.</p>
<p>A implantação de um bom sistema de gestão de desempenho pode trazer informações indispensáveis para a tomada de decisões relacionadas à gestão de pessoas, como também auxiliar na disseminação da cultura e das estratégias da empresa para os indivíduos, líderes e grupos que formam a organização.</p>
<p>As empresas precisam desenvolver um sistema consistente onde valores, procedimentos e princípios desenvolvidos pela companhia, possam promover a excelência da gestão e o crescimento do negócio. Mas afinal, o que é um bom sistema de gestão de desempenho? Veja aqui cinco dicas para preparar sua empresa para essa mudança:</p>
<p>1. Preocupe-se em engajar seus gestores: o mais importante, no seu projeto, é obter o aval e o comprometimento dos gestores. Com a alta gerência engajada, é muito mais fácil obter o apoio dos funcionários;</p>
<p>2. Chame TI à mesa: impreterivelmente você passará pela equipe de TI para poder utilizar uma nova ferramenta. É mais produtivo se um representante de TI participar do projeto, ele poderá auxiliar na análise das ferramentas e na sua implantação. Embora a maior parte das ferramentas já esteja na nuvem, ou seja, não dependem de qualquer implementação no ambiente interno da empresa, ainda há esforço de TI para sua integração com sistemas legados:</p>
<p>3. Estabeleça claramente seus objetivos: o que você espera da ferramenta? Otimização do processo de avaliação dos funcionários? Quais informações e análises são necessárias para suportar as suas estratégias? A ferramenta deve possuir flexibilidade para se adaptar a novos cenários futuros? Verifique quais são seus objetivos estratégicos para escolher a melhor solução – existem várias disponíveis no mercado. Opte por empresas que podem oferecer um atendimento personalizado e que esteja de acordo com o seu negócio:</p>
<p>4. Envolva os colaboradores desde o início, mostrando que trata-se de uma oportunidade de crescimento profissional: ferramentas de gestão de desempenho servem também para indicar oportunidades de melhoria e necessidades de capacitação de cada colaborador. Assim, a cada período avaliativo, ficará claro para o profissional o que ele precisa fazer para desempenhar melhor, para evoluir. Sem saber como a sua performance está sendo vista, o profissional termina por repetir os mesmos comportamentos e resultados, bloqueando seu desenvolvimento na empresa. Após cada rodada de avaliação, profissional e gestor elaboram um plano de desenvolvimento individual, estabelecendo metas técnicas e comportamentais.</p>
<p>5. Capacite gestores e colaboradores: para que a implementação tenha sucesso, é fundamental que o processo seja transparente. Por isso, é importante que cada um (avaliador e avaliado) entenda seu papel no processo de avaliação como um todo, e não somente na hora de preencher o sistema em si. E aqui vai um ponto importante: é preciso capacitar os gestores a dar feedback, e explicar aos subordinados a importância desse item no relacionamento empregado-gestor, principalmente em empresas que não têm esse processo maduro.</p>
<p>O desafio atualmente é fazer que o RH entenda que ele tem um papel central nesse processo, que traz para si a responsabilidade de exigir e implantar sistemas que realmente permitam uma gestão estratégica de pessoas, se tornando cada vez mais, uma área essencial para a administração do negócio como um todo.</p>
<p>Fonte: http://www.segs.com.br</p>
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		<title>Qual o segredo do sucesso de vendas?</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Mar 2014 01:06:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Conversando com o Channel Business Development Manager da PTC, Matheus Terra, profissional com extensa carreira na área de vendas, comecei a refletir sobre os desafios dos profissionais dessa área. Durante o diálogo, perguntei a ele qual era o segredo do sucesso. “Bom, não existem segredos”, ele me informou, “mas sim algumas práticas que, bem aplicadas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conversando com o Channel Business Development Manager da PTC, Matheus Terra, profissional com extensa carreira na área de vendas, comecei a refletir sobre os desafios dos profissionais dessa área. Durante o diálogo, perguntei a ele qual era o segredo do sucesso. “Bom, não existem segredos”, ele me informou, “mas sim algumas práticas que, bem aplicadas, têm grandes chances de se tornarem histórias de sucesso”. Por “histórias de sucesso”, leia-se “vendas realizadas” ou “negócio fechado”.</p>
<p>Embora seja um profissional com expertise na venda de soluções de TI, o que Terra ensina são técnicas que podem ser utilizadas em qualquer área de negócios, pois, afinal, todo mundo vende algo a alguém – seja uma ideia, uma estratégia, uma imagem, um produto ou uma causa. Se partirmos do princípio de que existe um produto que precisa ser comprado por determinada entidade ou público, dá para estabelecermos algumas premissas que são válidas na maioria dos casos.</p>
<p><strong>Operacional + Estratégia</strong></p>
<p>Matheus explica que podemos analisar o mercado com o qual queremos interagir a partir de duas esferas bastante distintas e igualmente importantes. A primeira é a operacional. Se nosso produto ficar confinado neste ambiente, as chances de se tornar um negócio concreto é de apenas 20%. Isso porque a proposta pode não ter chegado ao nível estratégico e é esta etapa que tem o poder decisório.</p>
<p>É como se um vendedor tentasse vender um carro para um jovem de 18 anos. Por mais que o jovem se sinta atraído e que o carro seja seu objeto de desejo, essa venda não será realizada porque ele não tem poder de compra. Como se diz no jargão de vendas, não é ele quem “assina o cheque”. Dentro da pirâmide organizacional, o jovem pode ser a área operacional. Gosta do produto, mas não pode comprar.ID-100137800</p>
<p>Já o nível estratégico é responsável por “pensar” a longo prazo e alocar convenientemente o investimento da empresa, seja em</p>
<p>tecnologia, recursos ou ativos. É aqui em que se mesclam as tentativas de se oferecer o produto de acordo com os objetivos da empresa. No caso de um vendedor, por exemplo, quanto antes você conversar com pessoas da empresa e descobrir as esferas de poder e quem é quem na linha de comando, melhor.</p>
<p>Também é nessa área em que a organização tem a oportunidade de traçar rotas para chegar ao seu destino, entender como funciona o negócio e o mercado, qual o processo de decisão, tempo de maturação de projetos, enfim, entender como a empresa opera como um todo.</p>
<p><strong>Engajamento</strong></p>
<p>Para Terra, engajamento também é um ponto estratégico. É preciso contar com os profissionais de decisão e com aqueles com acesso ao budget desde o início. Não é uma informação fácil e rápida de ser acessada, daí a necessidade da criação de um relacionamento consistente. No final, tudo isso irá agregar valor ao cliente.</p>
<p>Esse relacionamento com outras pessoas da empresa não se estabelece do dia para a noite. Não é ligar todo dia, é mais do que um simples follow up, é enviar material relevante, convidá-lo para eventos, inserir o nome em sua lista vip de contatos que devem ser acionados para ações realmente estratégicas e valiosas.</p>
<p>Por fim, outro ponto que Terra destaca é a postura que adotamos mediante determinadas hierarquias. Nossos comandos internos às vezes nos impedem de ligar para o CEO ou o dono, simplesmente porque pré-conceitos como “ele não vai me atender”, “quem sou eu?” ou “ele deve ser muito ocupado” criam uma barreira quase intransponível. No entanto, na maioria das vezes, tais limites só existem dentro de nós mesmos.</p>
<p>Vale lembrar que você é o representante da melhor ideia, produto ou conceito do mundo, caso contrário não estaria vestindo a camisa da empresa com tanto orgulho. Sendo assim, qual o problema? Existe um mar de oportunidades aí fora! E isto não é história de pescador. Bons negócios!</p>
<p>Fonte: http://www.pensandogrande.com.br/</p>
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		<title>Funcionários motivados garantem empresas de sucesso.</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 00:33:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Seja no atendimento ao cliente, na função administrativa ou na fabricação do produto, os funcionários de uma empresa são peças fundamentais para seu funcionamento e têm grande participação nos resultados do negócio. No entanto, é comum que o empresário encontre dificuldades em administrar seus recursos humanos, como explica Fabio Gerlach, consultor do Sebrae-SP, “a dificuldade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seja no atendimento ao cliente, na função administrativa ou na fabricação do produto, os funcionários de uma empresa são peças fundamentais para seu funcionamento e têm grande participação nos resultados do negócio.</p>
<p>No entanto, é comum que o empresário encontre dificuldades em administrar seus recursos humanos, como explica Fabio Gerlach, consultor do Sebrae-SP, “a dificuldade ocorre devido a falta de informação do papel do empreendedor enquanto gestor de pessoas e dos benefícios dessa ação”.</p>
<p>A construção de uma equipe que trabalhe em sintonia e com motivação é possível com a adoção de uma série de medidas, desde a atração até a retenção dos talentos. Gerlach alerta que está errado aquele que pensa que para investir nessas iniciativas é necessário ter um grande orçamento, “as micro e pequenas empresas (MPEs) têm em suas mãos um bem valioso que pode ser utilizado a seu favor, bem este que as empresas de grande porte não têm, que é a proximidade com sua equipe e a oportunidade de resolver seus problemas muito mais rapidamente”.</p>
<p>Atração &#8211; Para garantir um time competente, o trabalho deve ser iniciado na seleção dos funcionários. De acordo com Gerlach, usualmente, as MPEs definem suas contratações a partir de indicações dos próprios funcionários, “mas, seria interessante se o empresário pensasse em estruturar um processo seletivo um pouco mais elaborado, incluindo, por exemplo, uma dinâmica de grupo”, orienta.</p>
<p>A imagem que a empresa e seu proprietário têm no mercado também são diferenciais que atraem talentos. “Além disso, a remuneração e os benéficos são importantes, afinal, ninguém consegue trabalhar por muito tempo em um local que pague bem, mas não trate com respeito os seus colaboradores”, ressalta Gerlach.</p>
<p>Motivação &#8211; Depois que você contratou profissionais competentes, é importante oferecer estímulos para que eles encontrem vantagens em continuar trabalhando na sua empresa. “Questões como o clima organizacional e a valorização das pessoas, colaboram para manter os talentos”, avisa Gerlach. As pessoas são atraídas também por empresas que proporcionam treinamento e desenvolvimento aos funcionários; promovem a formação de líderes; e incentivam a inovação e a participação nas decisões. “Também é importante combinar o que a empresa espera do profissional e avaliar seu desempenho ao longo do período, o que permite ao empresário dar feedbacks constantes e corrigir eventuais ‘desvios de rota’”, recomenda o consultor.</p>
<p>Equipe nota 10 &#8211; Silvana Teixeira, sócio-proprietária da Padaria e do Empório Flor de Lis, afirma que investe na motivação da sua equipe e que, com isso, tem um baixo turnover de funcionários, “sempre entendi que o sucesso do negócio são as pessoas, e para esse sucesso acontecer elas precisam estar capacitadas e motivadas”. Entre as ações praticadas na padaria e no empório, Silvana ressalta que “são realizadas reuniões por setor, onde todos expõem suas ideias, críticas e sugestões, que são analisadas e, se possível, aplicadas”.</p>
<p>Além disso, a equipe passa por treinamento trimestral de capacitação e motivação, aplicado por um consultor contratado, que acompanha o desenvolvimento do trabalho realizado e avalia seus resultados.</p>
<p>Fonte: http://www.sebraesp.com.br</p>
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		<title>10 filmes a que todo empreendedor deve assistir</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 17:32:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muitas vezes saímos do cinema encantados depois de assistir a um filme. Uma boa história serve de modelo e inspiração para qualquer espectador. Por isso separamos dez filmes a que todos os empreendedores deveriam assistir. Com mensagens diretas e indiretas, atitudes lícitas (e às vezes nem tanto), eles mostram a atuação no mundo dos negócios. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitas vezes saímos do cinema encantados depois de assistir a um filme. Uma boa história serve de modelo e inspiração para qualquer espectador. Por isso separamos dez filmes a que todos os empreendedores deveriam assistir. Com mensagens diretas e indiretas, atitudes lícitas (e às vezes nem tanto), eles mostram a atuação no mundo dos negócios. Prepare sua pipoca e inspire-se com a lista abaixo, composta por filmes mais recentes e outros tirados do fundo do baú.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. O homem que mudou o jogo (2011)</strong><br />
Longe de ser um filme sobre esporte, O homem que mudou o jogo mostra como o treinador Billy Beane (Brad Pitt) fez o Oakland Athletics se destacar na liga nacional de beisebol. A grande sacada de Beane para fazer isso foi analisar estatísticas da equipe, que tinha a menor folha salarial entre as competidoras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. A rede social (2010)</strong><br />
A rede social conta a história de Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), o fundador do Facebook, mostrando a criação da rede dentro da universidade Harvard, em 2003. Mostra sua controversa relação com outros fundadores, como o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), e com empreendedores, como Sean Parker (Justin Timberlake), o primeiro presidente do Facebook.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Quem quer ser um milionário (2008)</strong><br />
Um dos maiores sucessos recentes do cinema indiano, Quem quer ser um milionário mostra o jovem Jamal Malik (Dev Patel) num famoso programa de perguntas e respostas na TV. Jamal busca em sua própria história, marcada por uma infância miserável e violenta, as respostas para as questões perguntadas pelo apresentador. É um exemplo de busca de força interior, algo essencial para empreendedores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. À procura da felicidade (2006)</strong><br />
Em À procura da felicidade, Will Smith interpreta Chris Gardner, um pai de família com problemas financeiros. Tantos que sua mulher sai de casa, deixando o filho Christopher (Jaden Smith), de 5 anos. Chris consegue um estágio não-remunerado numa corretora de valores, mas não consegue dar conta das despesas da casa. Com isso, ele e o menino acabam dormindo em abrigos e estações de trem. É um grande exemplo de que se você tem um sonho, não deve desistir de alcançá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. Piratas da informática (1999)</strong><br />
Um clássico entre os apaixonados por tecnologia, Piratas da informática também é conhecido como Piratas do Vale do Silício. O filme mostra o começo de duas das principais empresas de tecnologia do mundo, a Apple e a Microsoft. Retrata as brigas de bastidores entre Steve Jobs (Noah Wyle) e Bill Gates (Anthony Michael Hall), a concorrência entre as companhias e sua importância no setor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6. Jerry Maguire – A grande virada (1996)</strong><br />
Depois de uma crise de consciência, o bem-sucedido agente esportivo Jerry Maguire escreve um documento defendendo que os agentes deveriam cuidar da carreira dos atletas de forma mais humana, ainda que isso significasse ganhar menos. Depois disso, acaba sendo demitido da consultoria onde trabalhava e perde seus clientes, à exceção do jogador de futebol americano Rod Tidwell (Cuba Gooding Jr). Jerry Maguire – A grande virada é um filme que mostra como é possível vencer depois de um fracasso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7. Tucker – Um homem e um sonho (1988)</strong><br />
Baseado numa história real, o filme mostra a trajetória de Preston Tucker (Jeff Bridges), um empreendedor que tinha o sonho de criar um carro à frente de seu tempo. Depois da Segunda Guerra Mundial, ele construiu o Trucker Torpedo, um carro mais seguro e veloz que os concorrentes da época. O projeto, no entanto, não deslanchou, pois sofreu com o lobby da indústria automobilística americana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8. O segredo do meu sucesso (1987)</strong><br />
O jovem Brantley Foster (Michael J. Fox) deixa uma cidadezinha no Kansas para tentar o sucesso em Nova York. Ao chegar lá, as coisas não saem como planejadas e ele se vê obrigado a pedir um emprego ao tio, Howard Prescott (Richard Jordan), que controla uma empresa milionária. Como o trabalho é modesto, Brantley, decide levar uma vida dupla, criando um personagem chamado Carlton Whitfield, um executivo de ideias brilhantes, mas que ninguém sabe de onde veio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9. Wall Street – Poder e cobiça (1987)</strong><br />
Wall Street – Poder e cobiça mostra que se você quer ser bem-sucedido, precisa enfrentar riscos. Bud Fox (Charlie Sheen) é um corretor ambicioso que trabalha no mercado financeiro. Certo dia, dá ao bilionário Gordon Gekko (Michael Douglas) algumas informações sigilosas e acaba se tornando seu discípulo, abrindo mão de ética, valores e escrúpulos para ter sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10. O Poderoso Chefão (1972)</strong><br />
A clássica trilogia dispensa muitas recomendações e mostra a trajetória da família Corleone e seus negócios ilícitos. Mostra as vantagens e as desvantagens de empreender “em família”.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://revistapegn.globo.com</p>
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		<title>Dicas para atrair o consumidor ao ponto de venda!</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 01:17:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estratégias que podem ser usadas para atrair consumidores ao ponto de venda. Avalie o fluxo existente Se levarmos em consideração que seu ponto de venda não sofre de má localização, podemos assumir que existe um certo número de pessoas que trafegam nas proximidades do ponto de venda. Precisamos, em primeiro lugar, analisar se esse número [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Estratégias que podem ser usadas para atrair consumidores ao ponto de venda.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Avalie o fluxo existente</strong><br />
Se levarmos em consideração que seu ponto de venda não sofre de má localização, podemos assumir que existe um certo número de pessoas que trafegam nas proximidades do ponto de venda. Precisamos, em primeiro lugar, analisar se esse número já é suficiente para atingir o resultado esperado, certo?</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que seus números sejam satisfatórios, você deve avaliar o quanto ainda é possível crescer de forma a atingir todo o potencial e maturidade do negócio. Muitas vezes, você dependerá de tempo para se tornar não só conhecido, como ser referência na sua região.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trabalhe para atrair um público mais qualificado</strong><br />
Outro fator importante é a &#8220;qualidade&#8221; das pessoas que trafegam em frente à loja. Elas têm o perfil compatível com o de seu público-alvo? De nada adianta, por exemplo, ter um bom número de pessoas passando por uma loja de roupas para gestantes se 80% delas for do sexo masculino. Então, trabalhe para atrair não só mais público, mas também um público mais qualificado de acordo com o seu negócio, classificando sua prioridade em termos de idade, sexo, classe social e hábitos de consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Defina um raio de atuação para a ação<br />
Se a intenção é trazer gente para perto da loja, de nada adianta colocar um banner em sua fachada ou treinar seus funcionários. As ações de marketing que tendem a ser mais efetivas, nesse caso, são aquelas feitas além do ponto de venda. Portanto, a primeira coisa a fazer é definir o raio de atuação que as ações de marketing deverão atingir para trazer mais gente para perto da loja.</p>
<p style="text-align: justify;">A pergunta de ouro, nesse caso, é: quanto tempo o consumidor alvo está disposto a gastar para se deslocar até o seu ponto de venda? E mais: dentro desse raio (exemplo: locais a 10 minutos ou 500 metros de distância, do ponto de venda), em que lugares eu posso realizar uma ação de marketing que alcance especificamente os clientes que procuro?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aproveite sua rede de relacionamento para investir em ações cooperadas</strong><br />
Depois de responder a essas duas questões, é hora de botar a mão na massa: partir para o que muitos chamam de marketing de guerrilha e agir na sua região de influência.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui vale a pena investir em ações cooperadas. O investidor pode – e deve – formar parcerias com outras empresas da região para divulgar sua marca e seus produtos. Essa é a hora de usar toda a sua rede de contatos para multiplicar os resultados das ações de marketing locais.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, pode-se aproveitar para formar parcerias visando a colocação de panfletos e promotores em comércios próximos, oferecendo benefícios para os clientes daquele estabelecimento. O cliente daquele comércio pode até não ter interesse em seu produto ou serviço naquele momento, mas ficará sabendo da existência de sua loja e poderá, inclusive, divulgá-la para conhecidos. Você pode oferecer em troca, por exemplo, distribuir o material dele em seu estabelecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O envio de mala-direta, panfletagem nas ruas, o deslocamento de vendedores para outros ambientes e até mesmo o anúncio em mídias locais (como jornais de bairro) são outros exemplos de iniciativas simples que podem se mostrar eficientes na atração desses futuros clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Com base nessas dicas, você consegue identificar novas oportunidades de desenvolvimento de ações para o seu negócio? Ótimo. Mãos à obra!</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://economia.uol.com.br</p>
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		<title>Veja 4 dicas para conquistar e manter seu sucesso!</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Feb 2013 12:59:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em um contexto onde imperam a pressa e a tecnologia, as relações humanas ainda fazem diferença para o sucesso profissional Muito do que vemos e vivemos é novidade. As relações hierárquicas, os valores e as formas de inspirar pessoas e de negociar pactos e situações são totalmente diferentes das referências antigas. Isto tem demandado esforços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Em um contexto onde imperam a pressa e a tecnologia, as relações humanas ainda fazem diferença para o sucesso profissional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muito do que vemos e vivemos é novidade. As relações hierárquicas, os valores e as formas de inspirar pessoas e de negociar pactos e situações são totalmente diferentes das referências antigas. Isto tem demandado esforços de todos, sobretudo dos líderes, para se adaptarem rápida e eficazmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta realidade traz consigo um nível de cobrança que resulta em mais competição e até mesmo em performances pessoais e profissionais inconstantes: quem está no topo agora pode ir ao chão a qualquer momento e vice-versa. O sucesso sustentável, ou seja, aquele que se mantém por um período depois de conquistado, requer que estejamos atentos a 4 aspectos:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Criar objetivos reais e atingíveis<br />
É preciso ter, em primeiro lugar, equilíbrio, planejamento, foco e disciplina, para conscientizar-se de sua real situação. Certifique-se de que esta meta é possível de ser atingida, que ela é importante para você e que conseguirá, a tempo, todos os recursos de que precisará.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Saber que tudo em sua vida tem você mesmo como principal fator desencadeante<br />
Se planeje para saber o quer conseguir a curto prazo, pois subir um degrau de cada vez é a maneira mais segura de chegar ao topo da escada.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Compreender as pessoas<br />
Tente ver o mundo a partir da perspectiva do outro, a fim de promover a melhor relação e de instituir e manter canais eficazes de comunicação. Provavelmente você dependerá de outras pessoas e os interesses delas certamente diferem dos seus.</p>
<p style="text-align: justify;">4. Comunicar-se de maneira eficiente<br />
Exerça influência positiva para desenvolver relações onde todos ganham. Faça isto a partir do ponto de vista do outro, pintando um quadro de um mundo que eles desejam.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, ter a competência de construir consensos é o maior diferencial de quem pretende conquistar o sucesso permanente. Felizmente, as habilidades descritas acima podem ser desenvolvidas justamente como ferramentas para auxiliar neste caminho. Portanto, terá sucesso por mais tempo quem melhor usar seu tempo agora para se preparar adequadamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Hélio Lorêdo, representante da Dale Carnegie no Brasil.</p>
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		<title>Veja 5 dicas para planejar as vendas da sua empresa e lucrar mais em 2013.</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2013 23:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estipular metas de vendas e estratégias para alcancá-las ajuda os empreendedores a aumentar sua receita e a prever gastos com mais eficiência. No entanto, segundo especialistas, o plano de vendas ainda é uma ferramenta pouco utilizada pelas micro e pequenas empresas. E a falta de planejamento pode criar dificuldades para o negócio. De acordo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estipular metas de vendas e estratégias para alcancá-las ajuda os empreendedores a aumentar sua receita e a prever gastos com mais eficiência. No entanto, segundo especialistas, o plano de vendas ainda é uma ferramenta pouco utilizada pelas micro e pequenas empresas. E a falta de planejamento pode criar dificuldades para o negócio.</p>
<p>De acordo com o diretor do IBVendas (Instituto Brasileiro de Vendas), Mário Rodrigues, o setor comercial, normalmente, é a única fonte de renda da empresa, enquanto as demais áreas geram despesas. Daí a importância da criação de uma estratégia.</p>
<p>egundo Rodrigues, o plano de vendas é fundamental tanto para quem já tem empresa aberta como para quem pretende abrir. No caso do empreendedor que vai começar o negócio, o planejamento deve vir acompanhado do plano de negócios, que o ajuda a definir, por exemplo, qual será o preço dos produtos, as formas de pagamento e de distribuição.</p>
<p>Com essas informações na mão, o empreendedor deve começar o plano definindo objetivos. Para isso, é importante olhar para a realidade do seus produtos e serviços e compará-los com as condições do mercado e tendências. Isso ajuda a empresa a encontrar a direção que sua estratégia de vendas deve tomar e realizar ajustes se for necessário.</p>
<p>No plano de vendas, é importante o empresário resgatar seu histórico de comercialização (se a empresa estiver funcionando) e comparar com as tendências do mercado. Com base nessa análise, é possível prever metas e faturamento, além de identificar períodos de maior demanda.</p>
<p>O diretor do IBVendas afirma ainda que é preciso também conhecer o público e o mercado antes de elaborar o plano. “Ninguém simplesmente compra produtos. As pessoas e as empresas os adquirem para satisfazer uma necessidade. O empreendedor deve entender o cliente e saber quais problemas ele quer que sejam resolvidos.”<br />
Início do ano pode ser útil para montar plano de vendas</p>
<p>    1 &#8211; Defina objetivos: Coloque no papel onde a empresa quer chegar, o quanto pretende crescer e o que é preciso fazer para chegar lá.</p>
<p>    2 &#8211; Analise a situação: Para alcançar um objetivo, é preciso olhar para dentro do negócio e identificar o que pode ser útil. Da mesma forma, deve-se olhar para o mercado e identificar tendências a serem seguidas.</p>
<p>    3 &#8211; Conheça o público-alvo: O empresário deve conhecer as necessidades do seu cliente e oferecer um produto que realmente o ajude a solucioná-las.</p>
<p>    4 &#8211; Estude a concorrência: Procure saber quanto seus concorrentes vendem e qual o preço cobrado. Descubra quais necessidades eles não atendem e como é possível oferecer uma solução.</p>
<p>    5 &#8211; Estipule prazos: Defina metas intermediárias que possam ser acompanhadas diariamente. Caso os objetivos não sejam alcançados, é hora de rever o planejamento.</p>
<p>Para Wagner Campos, diretor da True Consultoria e especialista em varejo, as empresas que ainda não fizeram o plano de vendas para 2013 podem aproveitar o mês de janeiro, quando a demanda diminui, para fazer o planejamento. Com mais tempo livre, o empreendedor pode se dedicar às pesquisas e levantamento de informações.</p>
<p>Elaborar um plano pode ser simples. Segundo Campos, é comum empresários terem uma espécie de plano de vendas informal na cabeça, mas erram ao não o colocarem no papel. “Às vezes, surgem novas ideias e aquelas que não foram colocadas em prática acabam esquecidas. Por isso, alguns negócios têm resultados inferiores ao desejado”, declara.<br />
Planejamento deve ser revisado constantemente</p>
<p>Mesmo depois de finalizado, o plano de vendas necessita de atualizações periódicas. O ideal, de acordo com o consultor, é que sejam feitas revisões diárias ou, pelo menos, semanais. Se o final do mês estiver próximo e a meta de vendas estiver longe de ser alcançada, é sinal de que há algo errado.</p>
<p>“Se o empresário não alcançar o objetivo, ele deve se perguntar se exagerou na meta ou se não está tendo êxito nas vendas e, a partir daí, fazer correções. O plano de vendas tem de estar vivo e ativo todos os dias”</p>
<p>“Uma empresa pode ter um produto rentável, mas as vendas demoram seis meses para deslanchar. Se ela não tiver planejamento para aguentar este período, pode quebrar. Ninguém planeja fracassar, mas muitos fracassam por não planejar”, diz.</p>
<p>Fonte: http://economia.uol.com.br</p>
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