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	<title>Credicoob &#187; produto</title>
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		<title>Vá além! Não pare na pesquisa de mercado.</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2016 13:44:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sabe aquele conceito que você deveria fazer uma pesquisa de mercado? Então, já virou 2.0 também. Pesquisas são pontuais, como ir a uma praça e tirar uma foto. E para você manter um fotografo lá tirando fotos sempre para saber o que está acontecendo de tempos em tempos é caro. Mas nada é mais necessário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Sabe aquele conceito que você deveria fazer uma pesquisa de mercado? Então, já virou 2.0 também.</p>
<p dir="ltr">Pesquisas são pontuais, como ir a uma praça e tirar uma foto. E para você manter um fotografo lá tirando fotos sempre para saber o que está acontecendo de tempos em tempos é caro.</p>
<p dir="ltr">Mas nada é mais necessário do que saber o que seu seu público pensa ou quer. Esta é uma das etapas iniciais do product fit (ou desenho do produto, se você não gosta de English).</p>
<p dir="ltr">Então o que fazer? Na prática, socializar. Mais ou menos assim:</p>
<p dir="ltr"><span style="color: #ff6600;"><strong>1) Aprenda a escutar</strong></span><br />
<span style="color: #000000;"> Sim, muita empresa fala que tem foco no cliente mas acaba fazendo o que os diretores, presidentes e/ou donos querem. Eu tenho foco no cliente porém nunca falei com ele mas eu sei o que ele quer que é isso!</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #000000;">Se sua empresa tem a cultura acima, corte-a. Corte a turma dona da razão e old school. Não há mais lugar para isto no mundo moderno.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #000000;">A primeira forma de fazer é aprender a escutar. Faça uma pergunta aberta e deixe com que o seu público-alvo responda. Não se sinta ofendido com as repostas. Como fazer isto? Através das suas redes sociais. Incentive as pessoas a responderem suas enquetes de forma direta e aberta. Elas vão te ensinar muito. Eu, constantemente, falo com os meus seguidores e aprendo mais com eles que eles aprendem comigo. Depois compartilho o que eu aprendi com todos, fazendo, assim, com que todo mundo ganhe.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #ff6600;">2) Crie sua comunidade</span><br />
</strong>Crie uma comunidade sobre o seu mercado com a assinatura da sua empresa, sua marca. Deixe aberto para as pessoas comentarem e leia com atenção. Se você errar, fale que errou e corrija. Se tiver uma informação relevante sobre seu mercado, divida-a. Assim você terá uma pesquisa a todo momento. Sentirá e lerá o que as pessoas falam sobre seu mercado e você e poderá evoluir sempre.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #000000;">Lembre-se, esteja pronto para evoluir.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #ff6600;"><strong>3) Product fit</strong></span><br />
<span style="color: #000000;"> Quando for lançar um produto, primeiro faça a conta certa de valor. Muita gente esquece de colocar no preço do produto o custo de venda dele (sim, quanto custa o investimento na mídia por produto para que ele seja vendido).</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #000000;">Depois de fazer a conta, criar o valor do seu produto teste sua venda (e diga que está testando).</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #ff6600;">4) Sales Hack it</span><br />
</strong>Depois que o produto foi testado, lançado e a conta está certa, invista para que ele venda cada vez mais e se estabilize no seu mercado alvo, junto ao público. Isto criará comportamento e relacionamento com a empresa e o produto. O resultado disto estará nas comunidades online que você criou.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #ff6600;"><strong>5) Crie conteúdo que inspire</strong></span><br />
<span style="color: #000000;"> Conecte o conteúdo ao produto e faça com que seja emocional. Assim você solidifica o produto como algo bom na vida das pessoas e as vendas recorrentes (que são mais baratas) aumentam.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/fernandoscdias</span></p>
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		<title>Qual o segredo do sucesso de vendas?</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Mar 2014 01:06:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conversando com o Channel Business Development Manager da PTC, Matheus Terra, profissional com extensa carreira na área de vendas, comecei a refletir sobre os desafios dos profissionais dessa área. Durante o diálogo, perguntei a ele qual era o segredo do sucesso. “Bom, não existem segredos”, ele me informou, “mas sim algumas práticas que, bem aplicadas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conversando com o Channel Business Development Manager da PTC, Matheus Terra, profissional com extensa carreira na área de vendas, comecei a refletir sobre os desafios dos profissionais dessa área. Durante o diálogo, perguntei a ele qual era o segredo do sucesso. “Bom, não existem segredos”, ele me informou, “mas sim algumas práticas que, bem aplicadas, têm grandes chances de se tornarem histórias de sucesso”. Por “histórias de sucesso”, leia-se “vendas realizadas” ou “negócio fechado”.</p>
<p>Embora seja um profissional com expertise na venda de soluções de TI, o que Terra ensina são técnicas que podem ser utilizadas em qualquer área de negócios, pois, afinal, todo mundo vende algo a alguém – seja uma ideia, uma estratégia, uma imagem, um produto ou uma causa. Se partirmos do princípio de que existe um produto que precisa ser comprado por determinada entidade ou público, dá para estabelecermos algumas premissas que são válidas na maioria dos casos.</p>
<p><strong>Operacional + Estratégia</strong></p>
<p>Matheus explica que podemos analisar o mercado com o qual queremos interagir a partir de duas esferas bastante distintas e igualmente importantes. A primeira é a operacional. Se nosso produto ficar confinado neste ambiente, as chances de se tornar um negócio concreto é de apenas 20%. Isso porque a proposta pode não ter chegado ao nível estratégico e é esta etapa que tem o poder decisório.</p>
<p>É como se um vendedor tentasse vender um carro para um jovem de 18 anos. Por mais que o jovem se sinta atraído e que o carro seja seu objeto de desejo, essa venda não será realizada porque ele não tem poder de compra. Como se diz no jargão de vendas, não é ele quem “assina o cheque”. Dentro da pirâmide organizacional, o jovem pode ser a área operacional. Gosta do produto, mas não pode comprar.ID-100137800</p>
<p>Já o nível estratégico é responsável por “pensar” a longo prazo e alocar convenientemente o investimento da empresa, seja em</p>
<p>tecnologia, recursos ou ativos. É aqui em que se mesclam as tentativas de se oferecer o produto de acordo com os objetivos da empresa. No caso de um vendedor, por exemplo, quanto antes você conversar com pessoas da empresa e descobrir as esferas de poder e quem é quem na linha de comando, melhor.</p>
<p>Também é nessa área em que a organização tem a oportunidade de traçar rotas para chegar ao seu destino, entender como funciona o negócio e o mercado, qual o processo de decisão, tempo de maturação de projetos, enfim, entender como a empresa opera como um todo.</p>
<p><strong>Engajamento</strong></p>
<p>Para Terra, engajamento também é um ponto estratégico. É preciso contar com os profissionais de decisão e com aqueles com acesso ao budget desde o início. Não é uma informação fácil e rápida de ser acessada, daí a necessidade da criação de um relacionamento consistente. No final, tudo isso irá agregar valor ao cliente.</p>
<p>Esse relacionamento com outras pessoas da empresa não se estabelece do dia para a noite. Não é ligar todo dia, é mais do que um simples follow up, é enviar material relevante, convidá-lo para eventos, inserir o nome em sua lista vip de contatos que devem ser acionados para ações realmente estratégicas e valiosas.</p>
<p>Por fim, outro ponto que Terra destaca é a postura que adotamos mediante determinadas hierarquias. Nossos comandos internos às vezes nos impedem de ligar para o CEO ou o dono, simplesmente porque pré-conceitos como “ele não vai me atender”, “quem sou eu?” ou “ele deve ser muito ocupado” criam uma barreira quase intransponível. No entanto, na maioria das vezes, tais limites só existem dentro de nós mesmos.</p>
<p>Vale lembrar que você é o representante da melhor ideia, produto ou conceito do mundo, caso contrário não estaria vestindo a camisa da empresa com tanto orgulho. Sendo assim, qual o problema? Existe um mar de oportunidades aí fora! E isto não é história de pescador. Bons negócios!</p>
<p>Fonte: http://www.pensandogrande.com.br/</p>
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